ÁGUA BOA

Agronegócio

Aprosoja lança simulador de viabilidade econômica para construção de armazéns

Publicado em

Agronegócio


Política Agrícola e Logística

Aprosoja lança simulador de viabilidade econômica para construção de armazéns

No evento também será lançado site que dará suporte com informações para os produtores rurais

12/07/2021

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) lança nesta terça-feira (13.07), às 14h, na sede da instituição o simulador de viabilidade econômica para construção de armazéns em pequenas e médias propriedades, além do site www.armazemparatodos.com.br, que dará o suporte com informações voltadas para o produtor rural. O evento ocorrerá de forma presencial e online para agentes financeiros e jornalistas.

O simulador desenvolvido pela Aprosoja MT atesta que produtores rurais que possuem qualquer tamanho de área têm viabilidade para a construção de armazém, com estrutura proporcional ao que produz, com retorno do investimento em até cinco anos.

Armazéns pertencentes aos produtores podem ser vistos como um fator estratégico para a venda, pois permite que a comercialização seja realizada em momento oportuno e de melhores preços. Além de ser garantia para safras em que o tempo interfere na colheita dos grãos. Permite ainda, a segurança alimentar e a soberania do Brasil, que tem estoques mantidos em casos de crises.

Leia Também:  É tempo de Carnaval, de carne e pecuária

A desigualdade em relação a produção e a capacidade de armazenagem é o grande gargalo do setor produtivo, já que Mato Grosso avançou em produção, tecnologia e manejo do solo. Nos últimos 10 anos, o Estado evoluiu em mais de 43 milhões de toneladas da produção de soja e milho. Em contrapartida, a capacidade de armazenagem aumentou apenas 11,88 milhões, neste mesmo período.

“A disparidade em relação ao que produzimos (cerca de 70 milhões de grãos) e a capacidade de armazém (2.211 unidades) é o grande gargalo do setor produtivo. Não temos silos suficientes para comportar as safras de soja e milho”, esclareceu presidente da Aprosoja, Fernando Cadore.

Com a expectativa de avanço produtivo nos próximos anos, Mato Grosso precisaria ampliar a capacidade estática para 125 milhões de toneladas até 2030, ou seja, teria que apresentar uma taxa de crescimento anual da capacidade de armazenagem na ordem de 22,9%, frente aos 3,7% observados nos últimos anos.

Conforme dados apresentados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com uma produção de grãos de aproximadamente 70 milhões de toneladas entre soja e milho, o estado conta com capacidade de armazenagem estática de pouco mais de 38 milhões de toneladas, sendo que apenas 30% destas estruturas estão em posse de produtores rurais.

Leia Também:  Senar-MT prevê mais de 750 ações educacionais para junho

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agronegócio

Comunidade amplia conhecimentos sobre avicultura após série de treinamentos

Publicados

em


Pequenos criadores de 11 aldeias indígenas de Campo Novo do Parecis aprenderam a preparar rações para aves com os alimentos produzidos na própria comunidade. O curso faz parte de uma série de treinamentos pela parceria entre Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) e Sindicato Rural.

Eles aprenderam misturas com milho, mandioca e farelo de soja. Segundo a instrutora credenciada junto ao Senar-MT, Anna Luz, o conhecimento auxiliará na redução de custos já que os criadores poderão utilizar os alimentos que já produzem. “Foram ensinadas alternativas de alimentação com o que era acessível para eles, adequando a prática à realidade”, afirma.

Ainda de acordo com a instrutora, um dos pontos mais importantes do curso é sobre o uso adequado de ração para cada fase do animal. “Para ter mais lucratividade é necessária que a ração esteja de acordo com a fase de criação. Às vezes, por falta deste conhecimento, os criadores têm mais gastos”.

Moradora da Aldeia Wazare, Valdirene Szakenaezokero, já trabalhava com criação de aves e aprendeu muito com o treinamento. “Me ajudou como criar os animais desde os pintainhos até o abate. Aprendemos a produzir alimento com o que já temos e foi muito interessante”, destaca.

Leia Também:  CNA solicita ao Mapa prioridade no registro de defensivos para a palma forrageira

Mobilizadora do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, Lussandra Lapinsk, afirma que este já é o terceiro treinamento direcionado à comunidade indígena do município e em parceria com a Cooperativa Agropecuária do Povo Indígena Haliti Paresi (Coopiparesi). “Estamos realizando diversas capacitações e tenho mais uma para encerrar ainda este mês”.

Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

AGUA BOA

VALE DO ARAGUAIA

MATO GROSSO

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA