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BOI/CEPEA: Apesar de alto custo, rentabilidade no confinamento ainda pode ser positiva

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Cepea, 15/07/2021 – As atenções de agentes do setor pecuário nacional neste início de segundo semestre se voltam para a produção de boi gordo em confinamento. Segundo pesquisadores do Cepea, assim como no ano passado, as preocupações de pecuaristas estão relacionadas especialmente aos elevados custos do boi magro e da alimentação. Cálculos realizados pelo Cepea mostram que, de fato, as margens de produtores em 2021 estão mais apertadas em relação às do ano passado, mas ainda podem ser positivas – para calcular a margem deste ano, pesquisadores consideraram os atuais preços do boi magro e do milho no estado de São Paulo e a venda do boi gordo em outubro (valores futuros da B3). Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Comunidade amplia conhecimentos sobre avicultura após série de treinamentos

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Pequenos criadores de 11 aldeias indígenas de Campo Novo do Parecis aprenderam a preparar rações para aves com os alimentos produzidos na própria comunidade. O curso faz parte de uma série de treinamentos pela parceria entre Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) e Sindicato Rural.

Eles aprenderam misturas com milho, mandioca e farelo de soja. Segundo a instrutora credenciada junto ao Senar-MT, Anna Luz, o conhecimento auxiliará na redução de custos já que os criadores poderão utilizar os alimentos que já produzem. “Foram ensinadas alternativas de alimentação com o que era acessível para eles, adequando a prática à realidade”, afirma.

Ainda de acordo com a instrutora, um dos pontos mais importantes do curso é sobre o uso adequado de ração para cada fase do animal. “Para ter mais lucratividade é necessária que a ração esteja de acordo com a fase de criação. Às vezes, por falta deste conhecimento, os criadores têm mais gastos”.

Moradora da Aldeia Wazare, Valdirene Szakenaezokero, já trabalhava com criação de aves e aprendeu muito com o treinamento. “Me ajudou como criar os animais desde os pintainhos até o abate. Aprendemos a produzir alimento com o que já temos e foi muito interessante”, destaca.

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Mobilizadora do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, Lussandra Lapinsk, afirma que este já é o terceiro treinamento direcionado à comunidade indígena do município e em parceria com a Cooperativa Agropecuária do Povo Indígena Haliti Paresi (Coopiparesi). “Estamos realizando diversas capacitações e tenho mais uma para encerrar ainda este mês”.

Fonte: CNA Brasil

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