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CNA discute principais alterações para o crédito e seguro rural no Plano Agrícola e Pecuário 2021/2022

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Brasília (15/07/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou a live “Plano Agrícola e Pecuário 2021/2022: principais alterações para o crédito e seguro rural”, na quarta (14).

O debate foi moderado pela assessora técnica de Política Agrícola da CNA, Fernanda Schwantes, e teve como participantes o subsecretário de Política Agrícola do Ministério da Economia, Rogério Boueri; o diretor do Departamento de Crédito da SPA/Mapa, Wilson Araújo; e o diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso aos Mercados da SAF/Mapa, Márcio Madalena.

Segundo Fernanda, o objetivo foi discutir as alterações que foram feitas na operacionalização da política de crédito e seguro rural a partir do lançamento do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2021/2022 e do Manual de Crédito Rural, onde o Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou 17 resoluções sobre as medidas anunciadas.

Na avaliação da assessora técnica da CNA, apesar das dificuldades para a construção do PAP e de um imbróglio relacionado ao orçamento, aprovado próximo ao anúncio do Plano, a ampliação do volume de recursos em quase R$ 15 bilhões foi positiva.

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“A priorização das linhas para pequenos e médios produtores e dos programas de investimentos que a CNA apontou como prioritários, que são o ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), o Inovagro e o Programa de Construção e Modernização de Armazéns (PCA), foram muito bem-vindas para o setor”, afirmou ela.

Para Wilson Araújo, além de aumentar o volume de recursos em relação ao PAP anterior e de priorizar programas sustentáveis, o Plano atual conseguiu atender todos os segmentos e categorias de produtores.

Segundo ele, o ritmo de contratações está acelerado e superior ao ano passado. O Banco do Brasil já havia ultrapassado os R$ 3,6 bilhões em operações contratadas e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS) tinha protocolado mais de R$ 2 bilhões até a última semana. “Os produtores que demandam crédito, tanto para investimento e custeio, já podem encaminhar as suas propostas para o setor financeiro”, disse.

O subsecretário de Política Agrícola do Ministério da Economia acredita que medidas estruturantes como a Lei do Agro, que ampliou a oferta de crédito privado para o agronegócio, vão favorecer o acesso aos recursos. Na opinião dele, a abertura do mercado de equalização para os bancos privados, a redução dos custos administrativos e tributários (CAT) e a manutenção das taxas de juros reais são outros pontos positivos do PAP.

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“Com essa concorrência aumentando, vamos destruir alguns mitos de que crédito rural não agrega valor. A participação do agro está crescendo no PIB e os bancos não vão querer ficar de fora disso”, declarou Rogério Boueri.

Márcio Madalena elogiou as medidas de apoio aos pequenos produtores trazidas pelo PAP, como o aumento de recursos para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura (Pronaf), de 19%, e da renda bruta anual para enquadramento, que passou de R$ 415 mil para R$ 500 mil.

“Vimos uma modernização na política agrícola para a agricultura familiar. Acredito que tivemos um volume de recursos muito interessante e importante, além de taxas de juros reais extremamente atrativas”.

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Fonte: CNA Brasil

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Curso de olericultura do Senar incentiva produção de hortaliças

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Incentivar a produção de hortaliças como forma de diversificar as atividades no campo ou na cidade e, com isso, melhorar a renda familiar de trabalhadores e produtores rurais. Este é um dos objetivos do curso de Olericultura Orgânica, realizado pelo SENAR. Dessa vez, a turma reuniu dez pessoas no município de Lagoa da Confusão, que aprenderam sobre técnicas de cultivo e implantação de hortas desde o preparo do solo até a colheita.

O agricultor Nelson Rodrigues, o mais experiente da turma, foi um dos participantes que aproveitou o curso para aprofundar os conhecimentos na atividade. “Além do ensinamento, o curso também foi um incentivo pra gente sobre o resgate de hábitos mais saudáveis de alimentação, aqui nós aprendemos que é possível produzir hortaliças com adubo orgânico, sem a necessidade de uso de agrotóxicos”, explicou.

Uma das participantes, Silvana Gomes, ficou entusiasmada com o que aprendeu. Ela quer aproveitar a capacitação para construir uma horta na propriedade dela. Para ela, o negócio será bom tanto para o consumo familiar como para as finanças da família. “Hoje em dia nós observamos uma procura maior por produtos naturais e saudáveis, então vejo nesse curso uma oportunidade de vender para os mercados, que muitas vezes não tem essa opção”, explicou.

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Formação Profissional Rural: O curso de Olericultura Orgânica vai auxiliar os pequenos produtores a alavancarem a produção de alimentos, gerando emprego e renda e fortalecendo a agricultura familiar do município e região. Além desse curso, o SENAR oferta mais de 50 cursos em diferentes cadeias produtivas do estado. Para saber mais, acesse nosso site: www.senar-to.com.br

Fonte: CNA Brasil

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