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De janeiro a maio, produtos florestais representam 23% das exportações de MS com faturamento de US$ 620 milhões

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A celulose representa 97% desse acumulado, movimentando US$ 605 milhões.

Os produtos florestais de Mato Grosso do Sul representaram 23,3% das exportações do agronegócio realizadas pelo estado neste ano. Em cinco meses, o valor das vendas internacionais de MS totalizou U$ 620 milhões. Esse é o tema de #MercadoAgropecuário desta segunda-feira.

No ranking de produtos exportados por Mato Grosso do Sul, os florestais ficaram em segundo lugar, atrás somente do complexo soja. Entre janeiro e maio de 2021 as exportações do agronegócio representaram 95% das exportações do estado, com total de US$ 2,66 bilhões em receita, alta de 12,4% em relação ao igual período de 2020.

O complexo soja, com 50,5%, e produtos florestais, com 23,3%, foram os líderes das exportações do agronegócio. O terceiro segmento que se destacou foi o de carnes com 17,1% do faturamento.

Entre os produtos florestais, a celulose continua tendo uma alta participação nas exportações sul-mato-grossenses, com índice de 97,6% nos primeiros cinco meses de 2021, movimentando mais de US$ 605 milhões. Na sequência aparece o papel, com 2,18% e, em seguida, a madeira com 0,20%. No período, o valor das exportações florestais totalizou US$ 620,276 milhões.

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A China, assim como em outras cadeias produtivas, também lidera a lista de países compradores dos produtos florestais sul-mato-grossenses. Nos cinco primeiros meses de 2021, esses produtos foram exportados para 68 países, sendo a China o principal consumidor, com uma participação de 50,5%.

O segundo posto segue ocupado pelos Estados Unidos, com 14,8%, seguido da Itália com 9,2%. O volume total exportado pelo estado foi de 1,723 milhão de toneladas neste período.

SERINGUEIRA

No mês de junho o preço médio do coágulo de seringueira (DRC 53%) se manteve no valor de R$ 4,38/Kg em Mato Grosso do Sul, sustentando um bom patamar de preço.

Nos últimos meses o preço médio estadual vem refletindo alguns pontos do mercado: a variação positiva da bolsa de Cingapura, a menor oferta internacional e o dólar em patamares elevados quando comparado ao real.

A atual variação do dólar, o fim da entressafra em outras regiões produtoras e o início da entressafra no Brasil podem impactar os preços nos próximos meses.

O preço de referência de importação da borracha natural no último mês foi de R$12,25/kg, apontando queda de 5,11 % em relação ao mês de maio. A redução foi impulsionada, principalmente, pela cotação média mensal na bolsa de Cingapura, que retraiu 2,73%, e da desvalorização de 4,90% do dólar frente ao real. A redução só não foi maior devido ao frete internacional, que pressionou os preços com elevação de 5,26% em relação a maio.

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Essas e outras informações sobre o mercado dos produtos florestais e da cadeia produtiva de Florestas Plantadas você encontra no Boletim Casa Rural, divulgado no início deste mês. Clique Aqui!

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu

Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Comunidade amplia conhecimentos sobre avicultura após série de treinamentos

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Pequenos criadores de 11 aldeias indígenas de Campo Novo do Parecis aprenderam a preparar rações para aves com os alimentos produzidos na própria comunidade. O curso faz parte de uma série de treinamentos pela parceria entre Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) e Sindicato Rural.

Eles aprenderam misturas com milho, mandioca e farelo de soja. Segundo a instrutora credenciada junto ao Senar-MT, Anna Luz, o conhecimento auxiliará na redução de custos já que os criadores poderão utilizar os alimentos que já produzem. “Foram ensinadas alternativas de alimentação com o que era acessível para eles, adequando a prática à realidade”, afirma.

Ainda de acordo com a instrutora, um dos pontos mais importantes do curso é sobre o uso adequado de ração para cada fase do animal. “Para ter mais lucratividade é necessária que a ração esteja de acordo com a fase de criação. Às vezes, por falta deste conhecimento, os criadores têm mais gastos”.

Moradora da Aldeia Wazare, Valdirene Szakenaezokero, já trabalhava com criação de aves e aprendeu muito com o treinamento. “Me ajudou como criar os animais desde os pintainhos até o abate. Aprendemos a produzir alimento com o que já temos e foi muito interessante”, destaca.

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Mobilizadora do Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, Lussandra Lapinsk, afirma que este já é o terceiro treinamento direcionado à comunidade indígena do município e em parceria com a Cooperativa Agropecuária do Povo Indígena Haliti Paresi (Coopiparesi). “Estamos realizando diversas capacitações e tenho mais uma para encerrar ainda este mês”.

Fonte: CNA Brasil

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