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FRANGO/CEPEA: Com alta do vivo, poder de compra do produtor aumenta

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Cepea, 27/08/2021As novas valorizações do frango vivo vêm garantindo recuperação no poder de compra do produtor frente aos principais insumos da atividade: milho e farelo de soja. De acordo com pesquisadores do Cepea, no mercado de frango, a demanda aquecida pela carne tanto do mercado interno, especialmente, quanto do externo faz com que vendedores elevem os preços, até mesmo para garantir uma margem, uma vez que os custos de produção estão bastante elevados. Quanto aos insumos, segundo a Equipe Grãos/Cepea, no mercado do milho, a retração de vendedores e a preocupação com o clima resultaram em aumento nos preços na maior parte deste mês. Para o farelo de soja, a Equipe Grãos/Cepea indica que as boas demandas interna e externa têm elevado as cotações. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Em reunião do PNEFA, Bloco IV decide descontinuar a vacina a partir de 2023

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Em uma decisão unânime, o bloco IV, composto por 10 estados e o Distrito Federal (BA, SE, RJ, SP, MG, GO, MT, TO, MS, ES e DF), optou por imunizar seus rebanhos contra a Febre Aftosa até 31 dezembro de 2022. A postura de seguir conjuntamente e adotar a descontinuidade da vacina a partir de 2023 foi anunciada na manhã desta quarta-feira (22), durante reunião virtual da Comissão de Coordenadores dos Grupos Estaduais (CCGE), conduzida pelo presidente do bloco, Humberto Miranda, que também preside o Sistema Faeb/Senar. A decisão conjunta será encaminhada para apreciação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e, se aprovada, será estabelecida em todos os estados que integram essa divisa sanitária.

Este foi o quarto encontro do grupo, presidido por Humberto, para debater o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), promovido pelo Mapa e que reúne instituições públicas e privadas ligadas ao setor agropecuário. Os estados que compõem esse bloco já são considerados zona livre de febre aftosa com vacinação e agora pleiteiam o status de zona livre sem o uso do imunizante. Para tanto, eles precisam cumprir rigorosos critérios técnicos e sanitários estabelecidos pelo Mapa.

No encontro, cada estado apresentou os resultados alcançados. A Bahia já executou, dentro do prazo, 84,09% das ações previstas para o período de 2017 a 2026, mas segue na busca de soluções para os gargalos.

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“Chegamos ao consenso de que seria mais fácil enfrentar as dificuldades se administrarmos conjuntamente do que se adotarmos medidas individuais e isoladas. Por isso, seguiremos em bloco, com aplicação da última vacina em novembro de 2022, para iniciarmos 2023 com um plano sanitário seguro, o que passa pela união de educação sanitária e comunicação; pelo controle de trânsito de animais; reforço nas barreiras sanitárias; e investimento em recursos humanos, com a formação de um corpo técnico qualificado para atuar na fiscalização. Só assim a vacina será extinguida, proporcionando segurança aos pecuaristas e a toda população, de forma a desonerar os custos do criador e do consumidor”, avaliou Miranda, certo de que precisa avançar no Plano de Trabalho.

Além de compartilhar experiências e resultados, a reunião também serviu para discutir o planejamento das próximas iniciativas do Bloco IV, que contabiliza mais 130 milhões de cabeça de gado, detendo mais de 60% do rebanho brasileiro de bovinos e bubalinos. Entre as ações previstas estão a mobilização e o envolvimento dos setores produtivos, através da realização de Fóruns Estaduais; o fortalecimento dos Serviços Veterinários Oficiais – SVO; a sustentação financeira, por meio do fortalecimento dos fundos; uniformidade dos cadastros de propriedades rurais e a geolocalização das propriedades.

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O Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa tem como objetivo principal criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional e gerando o máximo de benefícios às entidades envolvidas e à sociedade brasileira.

Participaram da reunião, Humberto Miranda, Carminha Missio, Carlos Rio, Oziel Oliveira e José Neder, representando a Bahia; pelo Distrito Federal estavam Marcelo Ricardo de Toledo e Vinícius Eustáquio; a estadual do Espírito Santo foi representada por Raoni Cipriano e Neuzedino Assis; Uraci Bernardes e Antônio do Amaral, representaram o Goiás; Guilherme Costa e Altino Neto, Minas Gerias; pelo Mato Grosso do Sul estavam Rogério Beretta e Marcelo Bertoni, da Famasul. Já o Mato Grosso foi representado por Renam Tomazelli e Antônio Carlos Carvalho, da Famato. Liliani Vidal e Maurício César participaram pelo Rio de Janeiro; Maria Aparecida e Ivan Sobral, da Faese, por Sergipe. O estado de São Paulo estava presente, representados por Érika Ramos, Wander Luís e Thiago Rocha, da Faesp; e o Tocantins por Márcio Rezende. Representando o Mapa estavam Diego Viali, Ana Carolina Botelho e Alba Said. A reunião contou também com participantes convidados pelas EGEs.

Fonte: Sistema Faeb/Senar

    Fonte: CNA Brasil

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