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HF BRASIL/CEPEA: Estudo inédito traz um diagnóstico completo da cadeia de tomate de mesa nacional

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Cepea, 14/07/2021 – A Hortifruti Brasil/Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com o Ibrahort/CNTM (Instituto Brasileiro de Horticultura/Comissão Nacional do Tomate de Mesa), mapeou a produção de tomate de mesa, traçou o perfil do consumidor brasileiro do fruto e dimensionou essa cadeia de comercialização no País. O estudo se iniciou em março de 2020 e foi concluído em junho de 2021.

O tomate é o protagonista em termos de produção e consumo de vegetais no Brasil – excetuando-se os tubérculos. É o mais consumido, e o estudo revelou em entrevista com representantes de supermercados que ele é o grande atrativo em termos de perecíveis na seção de FLV.

No entanto, são muitos os desafios para que o tomate mantenha esse protagonismo. As vendas têm recuado ano a ano, assim como o consumo por habitante. A área cultivada com tomate de mesa também tem diminuído e muitos produtores saíram da atividade na última década. Mesmo com o aumento da tecnologia, que elevou a produtividade, o volume ofertado nos últimos anos foi menor que o de 2011 – a análise da Hortifruti/Cepea considera levantamentos de área feitos pela própria equipe desde 2008. Para 2021, é esperada a menor área cultivada com tomate de mesa de toda a série Hortifruti/Cepea.

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Diante desse diagnóstico, os desafios da cadeia são manter o tomate “importante” perante o consumidor e, ao mesmo tempo, garantir renda ao produtor desse fruto. Para dar conta deste desafio, a equipe Hortifruti/Cepea defende que sejam analisados os agentes e suas práticas, segundo a modalidade de comercialização que têm praticado – o estudo identificou quatro modalidades. Em outras palavras, o diagnóstico da Hortifruti/Cepea mostra que: quem quer entender a cadeia do tomate de mesa precisa conhecer bem as características das transações que ocorrem entre produtores, intermediários, atacadistas e varejistas antes de definir estratégias/ações em prol do desenvolvimento do setor como um todo.

O avanço da cadeia só será possível se for levado em conta que cada forma de comercialização tem suas especificidades, e que ações, ainda que distintas, devem ser coordenadas entre si no sentido de que, paulatinamente, toda a cadeia avance em qualidade do produto e nas relações com o ambiente e com as pessoas envolvidas.

Você também encontra nesta edição:

ALFACE – Oferta controlada limita desvalorizações em junho

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BANANA – Oferta da prata começa a se elevar em junho

BATATA – Colheita da safra das secas se intensifica, e preço cai

CEBOLA – Cerrado é o principal fornecedor de bulbos em junho

CENOURA – Oferta segue elevada em junho, e preços têm nova queda

CITROS – Processamento lento mantém mercado de mesa desaquecido

MAÇÃ – Preço sobe, mas movimento de alta é limitado neste ano

MAMÃO – Preço do formosa sobe em junho, mas fica abaixo do esperado

MANGA – Palmer continua em movimento de queda em junho

MELANCIA – Preço cai, mas ainda supera os custos em junho

MELÃO – Clima ameno controla um pouco a oferta

TOMATE – Com a intensificação da safra de inverno e a maturação concentrada, preços recuam

UVA – Com oferta mais controlada, brancas sem semente se valorizam

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ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de hortifrúti aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Margarete Boteon: [email protected].

Fonte: CEPEA

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Campo Futuro levanta custos de produção em nove estados

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Brasília (30/07/2021) – O Projeto Campo Futuro levantou nesta semana os custos de produção de aquicultura (piscicultura), cana-de-açúcar, grãos (soja, milho e feijão), pecuária de leite e pecuária de corte.

Os encontros ocorreram de forma virtual como medida de segurança para atender os protocolos sanitários com o objetivo de evitar o contágio do coronavírus.

Os painéis de grãos ocorreram em Cristalina (GO), Dourados (MS) e Naviraí (MS). Em Morro Agudo (SP), Campo Florido (MG), João Pessoa (PB) e Recife (PE), ocorreram os levantamentos de cana-de-açúcar.

Houve, ainda, um painel de pecuária de leite, em Marmeleiro (PR), um de pecuária de corte, em Santa Maria (RS) e um de piscicultura, em Cuiabá (MT).

Os levantamentos foram feitos pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), Centro de Inteligência de Mercados da Universidade Federal de Lavras (CIM/UFLA), Labor Rural (Universidade Federal de Viçosa – UFV) e Pecege (Esalq/USP).

A iniciativa analisa as informações obtidas a partir da realidade produtiva apresentada pelos produtores. Participam dos encontros virtuais (medida de segurança para evitar o contágio do coronavírus) representantes das federações estaduais de agricultura e pecuária, sindicatos rurais dos municípios e produtores rurais. Os dados obtidos são preliminares.

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