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Oferta restrita de animais mantém boi gordo no patamar de R$ 304 a arroba

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A estabilidade no mercado segue pautada pela oferta restrita de animais a pasto, cenário que deve durar até a última semana de março.

O mercado físico de boi gordo teve preços estáveis nesta quarta-feira, 17. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios segue pautado pela
restrição de oferta, cenário que não deve mudar até a última semana de março, quando haverá oferta mais significativa de animais terminados a pasto.

No atacado, os preços da carne bovina voltaram a recuar, sinalizando para uma potencial mudança das estratégias dos frigoríficos, que podem exercer pressão na compra de gado, dado o difícil escoamento da carne no atacado. A demanda doméstica permanece enfraquecida, enquanto há questionamentos em torno do volume exportado no decorrer de fevereiro, com foco na China em época de Ano Novo Lunar.

Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou a R$ 304 – R$ 305. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 290, inalterado. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 294, estável. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 295. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 302 a arroba.

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Atacado

No mercado atacadista, os preços da carne bovina caíram, reflexo do arrefecimento da demanda. “Os frigoríficos voltam a se deparar com margens apertadas, e podem alterar suas estratégias de aquisição de boiadas durante a semana”, disse Iglesias.

Com isso, o corte traseiro caiu para R$ 20,20 o quilo. O corte dianteiro teve preço de R$ 15,50 o quilo, assim como a ponta de agulha.

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Primavera do Leste tem nascentes em ótimo estado de conservação

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Sustentabilidade

Primavera do Leste tem nascentes em ótimo estado de conservação

Localizadas em propriedades rurais as fontes estão 97% preservadas

12/06/2021

Levantamento realizado pelo projeto Guardião das Águas, de iniciativa da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), identificou que produtores rurais de Primavera do Leste, região Sudeste do Estado preservam 97% das nascentes. O estudo apontou que, das 259 fontes encontradas em áreas agricultáveis, 250 estão em ótimo estado de conservação. O município possui 194.329 mil hectares de plantio de milho e 285.507 mil ha de cultivo de soja.

O estudo aponta também, que produtores rurais de Paranatinga, Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Rondonópolis, Cuiabá e Itiquira também preservam o patrimônio natural. Nesses municípios os resultados mostram um percentual de conservação das fontes entre 95 e 99%. O Guardião das Águas é desenvolvido há três anos e já mapeou 63.859 nascentes em 34 municípios do Estado.

O mapeamento tem como objetivo avaliar e diagnosticar as nascentes dos municípios produtores de soja e milho, de acordo com o grau de conservação, além de apoiar a regularização ambiental e fomentar estratégias internacionais.

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Gerente de Sustentabilidade e responsável pelo projeto, Marlene Lima, explica que “o Guardião das Águas é uma ação contínua que serve para instruir o produtor associado sobre os trabalhos de restauro florestal que precisam ser realizados nas fazendas”.

Em Primavera do Leste, na fazenda do produtor rural Rafael Zanin, as nascentes estão intactas. “Nossa área é de cerca de 5 mil hectares, aqui cultivamos soja, milho e pecuária. Fazemos aceiro, áreas de dreno, não derrubamos árvores, nem o gado bebe água das nascentes, pois temos poço artesiano e local apropriado para eles. Separamos o lixo e reciclamos, tudo com muita responsabilidade, já que em nossa propriedade temos três dos principais biomas: Amazônia, Cerrado e Pantanal”.

Morador de Paranatinga há uma década, o produtor rural Abel Dognani, se orgulha ao falar do município e suas potencialidades. A fazenda de 2.500 hectares possui diversas nascentes preservadas, bem como reserva legal intacta. “Plantamos soja e milho, mas temos a consciência da preservação do meio ambiente. Reflorestamos cerca de 20 a 30 metros em torno das nascentes e com isso os açudes (represas de água) estão cheios, o que atende toda a demanda da fazenda”, enfatizou Abel.

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O projeto Guardião das Águas tem responsabilidade com o meio ambiente.“A sustentabilidade no agronegócio envolve práticas ambientais nas atividades agrícolas, bem como adoção de novas tecnologias e aplicação de métodos sustentáveis na rotina do campo. Prova disso é a preservação das nascentes em propriedades rurais, em média 95% delas em ótimo estado de conservação”, declarou presidente da Aprosoja, Fernando Cadore.

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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