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Confaz aponta que valor médio para gasolina comum vai ficar em R$ 5,96

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Tabela é válida a partir de 16 de setembro

O Confaz, Conselho Nacional de Política Fazendária, publicou hoje, no Diário Oficial da União, a nova tabela com o preço médio ponderado ao consumidor final de combustíveis, que serve para estabelecer uma base de cálculo para cobrança do ICMS nos estados. Ela é válida a partir de 16 de setembro, próxima quinta-feira.

No Brasil, o valor médio para gasolina comum vai ficar em R$ 5,96. O estado com o preço mais alto é o Distrito Federal, o litro custa R$ 6,59. Em segundo lugar, vem o Acre com R$ 6,54. O preço médio mais baixo é no Amapá, com R$ 5,11.

Já o diesel mais caro está no Acre, R$ 5,56, seguido por Rondônia, onde o preço já é bem inferior, R$ 4,87. A média nacional do diesel fica em R$ 4,62.

Quanto ao gás de cozinha vendido em botijão de 13 quilos, seis estados aparecem sem valor na tabela. O Acre tem o maior preço: R$ 8,75 por quilo. O Paraná, o menor: R$ 5,60 o quilo.

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Os valores publicados nesta sexta-feira são um pouco menores que o levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo entre 29 de agosto e 3 de setembro.

Além da gasolina, diesel e gás de cozinha, a tabela traz informações de outros oito produtos. Os números são informados por cada estado e o Distrito Federal ao Confaz.

A tabela não fixa os preços a serem cobrados dos combustíveis. Ela serve para atualizar o valor de venda e estabelecer uma base de cálculo para que a cobrança do ICMS seja a mais próxima possível do preço nos postos.

Outros fatores podem influenciar o que é cobrado na bomba, como preço internacional do petróleo, câmbio, custo do frete, margens de lucro da refinaria, distribuidora e postos de gasolina, entre outros.

Olho no Araguaia – Agência Nacional

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Polícia Federal cumpre mandados na Aprosoja em Cuiabá

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A assessoria informou que não está autorizada a comentar a operação.

A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão na sede da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), em Cuiabá, na tarde desta segunda-feira (6). A assessoria informou que não está autorizada a comentar a operação.

Os mandados estariam sendo cumpridos por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O minsitro determinou o bloqueio das contas da Aprosoja Brasil e da Aprosoja de Mato Grosso, a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR).

A suspeita é de que recursos  públicos, do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab)  possam ter sido utilizados para custear manifestações políticas.

No dia 20 de agosto o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Antônio Galvan, foi alvo de mandado de busca e apreensão em sua residência, em Sinop (500 km de Cuiabá). A Polícia Federal esteve no local para cumprir uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os mandados cumpridos nesta segunda-feira ocorrem por suspeita de atos realizados por Galvan, que já presidiu a Aprosoja MT.

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Olho no Araguaia – Repórter MT

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