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CORTE DE VERBAS

Governo Lula corta verba do Exército e causa suspensão do monitoramento das fronteiras

Do valor total bloqueado pelo governo federal, cerca de R$ 1,5 bilhão era destinado ao Exército.

Publicado em

– CNN

O contigenciamento de R$ 4,3 bilhões para o orçamento da Defesa deste ano levou o Exército brasileiro a suspender operações em curso na fronteira do Brasil de monitoramento contra o crime organizado.

Fontes que acompanhavam a operação relataram à CNN que dos R$ 4,3 bilhões previstos, cerca de R$ 1,5 bilhão eram destinados especificamente ao Exército, que vinha desenvolvendo operações na fronteira.

A suspensão dos recursos ocorre em um momento em que os Estados Unidos classificaram as duas maiores facções criminosas do Brasil, PCC e Comando Vermelho, como organizações terroristas. O governo brasileiro contesta essa classificação.

Fontes militares relataram à CNN que grande parte da atuação dessas facções ocorre justamente na área de fronteira como tráfico de drogas, contrabando, garimpo ilegal e desmatamento.

As ações são lideradas pelo Comando Militar da Amazônia e pelo Comando Militar do Oeste, em cujas fronteiras estão os países que mais produzem cocaína e por onde a droga entra no Brasil.

A operação mais conhecida é a Agata, que neste ano apreendeu mais de 15 toneladas de drogas durante ações realizadas na região de fronteira da Amazônia, neutralizou 62 dragas utilizadas para no garimpo ilegal e paralisou de 117 balsas.

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Procurado, o Ministério da Defesa não se manifestou.

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Brasil

Infraestrutura em colapso: estudo internacional coloca o asfalto brasileiro entre os piores do mundo

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Especialistas em infraestrutura viária e engenharia de transportes consolidaram dados de um estudo internacional que classificou o asfalto brasileiro como o segundo pior do mundo. A pesquisa de mercado avaliou a malha rodoviária global com base em parâmetros técnicos específicos, indicando que o pavimento do Brasil superou em termos de precariedade apenas o da Rússia na amostragem geral.

Tecnicamente, as auditorias e matrizes comparativas levaram em conta fatores críticos como a durabilidade do revestimento asfáltico frente a intempéries, os custos de manutenção mecânica gerados nos veículos e os riscos operacionais diretos para a segurança no trânsito.

​Do ponto de vista da logística de transportes e da macroeconomia, as falhas estruturais crônicas na malha de rodovias geram gargalos que impactam diretamente a eficiência de distribuição física e a integridade dos cidadãos. Os testes de rodagem e monitoramento apontam prejuízos financeiros severos devido ao desgaste precoce de componentes de suspensão e pneus nas frotas de carga. O cenário de baixa resistência mecânica do polímero asfáltico nacional exige investimentos constantes em remendos superficiais de baixa durabilidade, o que impede a estabilização de um padrão logístico de longo prazo e perpetua índices elevados de sinistros nas estradas.

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