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GRIPE AVIÁRIA

Japão bloqueia frango de Campinápolis após gripe aviária em criações domésticas

Ministério da Agricultura informou que país também parou de comprar ovos férteis e pintos de um dia dos estados de Goiás e Mato Grosso.

Publicado em

 / G1

O Japão ampliou o bloqueio à carne de frango brasileira após casos de gripe aviária registrados em criações domésticas (de subsistência), informou o Ministério da Agricultura nesta terça-feira (17).

Até então, o terceiro maior comprador do Brasil restringia o produto apenas do município de Montenegro (RS), onde foi registrado o primeiro, e até agora único, foco da doença em granja comercial.

A partir desta terça, o país asiático inclui mais duas cidades no embargo: Santo Antônio da Barra (GO) e Campinápolis (MT), onde houve casos recentes de gripe aviária em criações domésticas de galinhas.

Por causa desses focos, o Japão também bloqueou a compra de ovos férteis e pintos de um dia dos estados de Goiás e Mato Grosso.

Segundo o governo, a decisão segue o protocolo sanitário de regionalização estabelecido entre os dois países.

Brasil é o maior exportador de frango do mundo. As restrições são feitas para evitar a contaminação de granjas de outros países, mas não há risco no consumo de carne de frango e ovos.

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Nesta quarta-feira (18), o país deverá se declarar livre da gripe aviária, por ter passado 28 dias sem registrar nenhum novo caso em granja. A partir daí, os compradores vão avaliar se retiram os bloqueios ou reduzem a área dessas restrições.

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Cidades

Mato Grosso tem 2º maior aumento no consumo de energia elétrica do país

Consumo médio chegou a 1.605,6 MWm em agosto; dados da CCEE também mostram alta de 18% na comparação com o mesmo período de 2025.

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Mato Grosso teve o segundo maior crescimento no consumo de energia elétrica do país na primeira quinzena de agosto, com alta de 18% em relação ao mesmo período de 2025. O estado ficou atrás apenas de Mato Grosso do Sul, onde o avanço foi de 22,5%. Os dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostram uma trajetória de crescimento praticamente contínua.

Em junho, o consumo médio avançou para 1.469,9 MWm. No mês seguinte, subiu novamente e alcançou 1.508,4 MWm, antes de chegar aos 1.605,6 MWm registrados em agosto.

A alta também aparece na comparação com o ano passado, com crescimento de 18% no consumo de energia em Mato Grosso em relação ao mesmo período de 2025.

Com esse resultado, Mato Grosso apresentou o segundo maior crescimento percentual entre os estados analisados pela CCEE naquele período. Ficou atrás apenas de Mato Grosso do Sul, que avançou 22,5%, e à frente do Amazonas, com crescimento de 17,5%.

Consumo cresce acima da média nacional

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O avanço registrado em Mato Grosso ficou bem acima do observado no Sistema Interligado Nacional (SIN). Na primeira metade de agosto, o consumo de energia no país cresceu 7% na comparação com o mesmo período de 2025.

No mercado regulado, que concentra principalmente consumidores atendidos pelas distribuidoras, a alta nacional chegou a 10,1%. Já no mercado livre de energia, o crescimento foi de 3,1%.

Entre os setores econômicos acompanhados pela CCEE, serviços tiveram a maior expansão no consumo, de 14,9%, seguidos pelo comércio, com 11,3%, e pelo transporte, com 7,3%. Na outra ponta, houve redução nos segmentos têxtil, de minerais não metálicos e de manufaturados diversos.

A tendência de maior demanda ocorre em um período em que temperaturas elevadas podem manter o consumo pressionado em setembro, especialmente com o uso mais intenso de equipamentos de refrigeração, como aparelhos de ar-condicionado e ventiladores.

Os números da CCEE referentes a agosto são dados prévios de medição. O levantamento considera, entre outros fatores, consumidores do mercado regulado e do mercado livre de energia.

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