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‘Lua de Sangue’ poderá ser vista nesta noite de domingo em todo Mato Grosso

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O eclipse lunar ‘Lua de Sangue’ poderá ser visto na noite deste domingo (15) em todo o Brasil. Em Cuiabá, o fenômeno poderá ser visualizado do mirante do Parque Tia Nair. Desta vez, os brasileiros foram privilegiados, já que poderão acompanhar todas fases do fenômeno astronômico, o que é considerado uma raridade pelos estudiosos.

A Lua de Sangue ocorre quando há um eclipse total, deixando a lua em tom avermelhado, que neste domingo, ocorrerá por volta da 23h30, até 00h55 (horário local).

O último eclipse lunar visto no Brasil foi no ano passado, porém não pôde ser visualizado por completo.

Segundo o físico da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Pablo Munayco, o eclipse lunar com a ‘Lua de Sangue’ ocorre quando há o alinhamento completo do Sol com a Terra e a Lua.

O fenômeno é considerado uma raridade, pois depende da visualização da lua.

“Nem sempre é possível ver o eclipse. Isso só acontece quando a lua está visível para nós, porque vai depender da rotação dela no entorno da Terra e da Terra no torno do Sol”, explica Munayco.

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A previsão é de que um fenômeno como este só possa ser visto por completo, novamente, no Brasil, em maio de 2025.

Como ver a ‘Lua de Sangue’ em Cuiabá?

Na capital Cuiabá, haverá um telescópio à disposição da comunidade no mirante do Parque Tia Nair, a partir das 21h30, quando ocorre a primeira fase do fenômeno: a penumbra.

A segunda fase do eclipse está prevista para às 22h30 e a lua só ficará vermelha por volta das 23h30, que é quando ocorre o eclipse total. Depois disso, inicia o processo inverso, que também poderá ser visto na capital, até às 2h50.

A contemplação do fenômeno celeste é realizada pelo Instituto de Física da UFMT e pelo Clube de Astronomia de MT, com o apoio da Prefeitura de Cuiabá, Defesa Civil e Rotary Club Cuiabá.

Olho no Araguaia/Folha Max

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Cidades

Distrito Federal tem primeiro caso de varíola dos macacos

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O Distrito Federal (DF) registrou o primeiro caso de varíola dos macacos (Monkeypox). De acordo com comunicado divulgado ontem (2) pela Secretaria de Saúde, o paciente, que não teve a identidade revelada, é um homem na faixa etária de 30 a 39 ano, com histórico de viagem para a Europa.

A secretaria informou ainda que o paciente está em isolamento domiciliar e é acompanhado por equipes de vigilância epidemiológica. Até o momento, o Brasil registrou pelo menos 21 de casos da doença.

A varíola dos macacos é causada por vírus e transmitida pelo contato próximo/íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. Segundo a Secretaria de Saúde, o contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente.

Não há tratamento específico, mas, de forma geral, os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.

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Olho no Araguaia/EBC Saúde

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