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Maio Furta-cor: Água Boa adere campanha sobre Saúde Mental Materna

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Cidades

Em comemoração ao mês das mães, a Secretaria de Saúde de Água Boa-MT, está realizando rodas de conversa para promover a conscientização sobre saúde mental materna. As ações fazem parte do movimento nacional “Maio Furta-cor”.

A primeira roda de conversa aconteceu nesta segunda-feira (16), com o público do Cantinho da Cegonha e a participação das psicólogas Karine de Araújo Pereira, Patrícia de Mello, Polyana Borhz Giacomolli, a médica Bruna Elisa e a coordenadora do CAPS e enfermeira, Denise Rodrigues Paixão.

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Quem nunca ouviu essas frases: “quando nasce uma criança, nasce uma mãe” ou “a maternidade é um período de plenitude emocional” ou ainda, “o amor e o instinto são suficientes para garantir o sucesso do papel de mãe”? Porém nem sempre isso acontece e muitas mães acabam se afogando em um mar de culpa por não se enquadrarem nesse perfil romantizado.

O resultado é que ansiedade, transtorno bipolar, estresse e depressão em mães se tornaram condições de saúde mental prevalentes no mundo inteiro, um tipo de pedido de socorro para a sociedade. Para se ter ideia, de acordo com o Ministério da Saúde, a depressão pós-parto acomete mais de 25% das mães no Brasil.

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Por isso, é muito importante falar sobre esses assuntos procurando diminuir os silenciamentos e sofrimentos maternos, para promover uma maternidade livre de tabus e cheia de cuidados, suporte e afeto.

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A programação do “Maio Furta-cor” em Água Boa conta com três rodas de conversa de profissionais da saúde com gestantes, mães e acompanhantes, na sede da Ação Social para discutir a saúde mental e a importância do apoio social.

As outras duas rodas vão acontecer nos dias 24 e 31 de maio, de acordo com os públicos dos ESF’s de referência. O convite será enviado para todas as unidades.

Conheça a Campanha

O “Maio Furta-cor” visa sensibilizar a população para a causa da saúde mental materna. Furta-cor é uma cor cuja tonalidade se altera de acordo com a luz que recebe, não havendo uma cor absoluta para aquele que lança o olhar.

No espectro da maternidade não é diferente, nele cabem todas as cores. As cores da maternidade não se anulam, não são iguais nem formam uma cor só. Suas cores são suas diferenças, na igualdade do direito de ser mãe.

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A campanha ainda diz que: ”Só é possível mudar o mundo cuidando de quem cuida de todo o mundo.” Então assuma essa causa, compartilhe essas informações para que todas as mães de Água Boa participem dessa ação.

 Assessoria de Comunicação Saúde

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Cidades

Distrito Federal tem primeiro caso de varíola dos macacos

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O Distrito Federal (DF) registrou o primeiro caso de varíola dos macacos (Monkeypox). De acordo com comunicado divulgado ontem (2) pela Secretaria de Saúde, o paciente, que não teve a identidade revelada, é um homem na faixa etária de 30 a 39 ano, com histórico de viagem para a Europa.

A secretaria informou ainda que o paciente está em isolamento domiciliar e é acompanhado por equipes de vigilância epidemiológica. Até o momento, o Brasil registrou pelo menos 21 de casos da doença.

A varíola dos macacos é causada por vírus e transmitida pelo contato próximo/íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. Segundo a Secretaria de Saúde, o contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente.

Não há tratamento específico, mas, de forma geral, os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.

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Olho no Araguaia/EBC Saúde

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