ÁGUA BOA

ESFORÇO INTEGRADO

PC prende 362 assaltantes e recupera mais de 280 armas de fogo

Em um esforço integrado que reuniu um efetivo de 9.700 profissionais, as Polícias Civis dos 26 estados e do Distrito Federal deflagraram nesta quarta-feira, 16 de novembro, a Operação Voleur, de repressão qualificada a crimes contra o patrimônio, que resultou no cumprimento de 2.112 prisões e outros 978 de buscas e apreensões em todos os estados.

Coordenada pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC), a operação reuniu ações policiais de repressão a crimes como roubo, furto, receptação, roubo de cargas, roubo de veículos, cujo resultado inclui ainda a recuperação de 1.517 aparelhos celulares e as apreensões de 289 armas de fogo, 3.826 munições e 385 veículos. Durante a aoperação, também foram apreendidos 146 adolescentes.

O delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso e coordenador da operação, Mário Dermeval Resende, destaca os números satisfatórios obtidos, que reuniram policiais civis em um esforço conjunto de combater crimes que mais geram insegurança à população. “Os crimes são comuns a todos os estados e demos ênfase na Operação Voleur à apreensão de aparelhos celulares, que podem estar ligados a outros delitos. A atuação das Polícias Civis é no sentido de combater esses crimes que estão bastante presentes no cotidiano da população e os que mais afligem o cidadão. Daí, a ação coordenada e atenção em fazer frente e reprimir esses delitos e levar os responsáveis à prisão”, observou o delegado.

Números em Mato Grosso

As investigações desencadeadas nos municípios de Mato Grosso durante a Operação Voleur resultaram em 271 prisões de suspeitos de crimes como roubo, furto, furto qualificado e latrocínio, receptação e no cumprimento de 91 mandados de busca e apreensão.

Noventa celulares foram recuperados, entre eles, 31 oriundos de furtos e roubos investigados pela Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande. Outros 14 aparelhos foram recuperados em ações da Delegacia de Roubos e Furtos de Rondonópolis.

A operação empregou um efetivo de 404 policiais civis de diversas unidades da região Metropolitana e do interior.

Entre as apreensões realizadas estão 24 veículos produtos de crime, 124 munições e 10 armas de fogo e mais de 3 toneladas de defensivos contrabandeados.

Os defensivos foram apreendidos em investigações da Gerência de Combate ao Crime Organizado nas regiões de Tangará da Serra e Nova Mutum. Entre os produtos estavam dezenas de sacos de bnzoato, defensivo de comercialização proibida no Brasil.

CONCPC

O Comitê Permanente de Análise e Repressão a Crime contra o Patrimônio, do CONCPC, traçou a operação para prestar prestar contas sobre resultados das investigações desenvolvidas pela Polícia Civil.

A presidente do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia, delegada Nadine Farias Anflor, destaca que a operação demonstra o compromisso das instituições nos estados em fazer frente aos crimes que causam insegurança ao cidadão, especialmente aqueles hediondos. “Desencadeamos essa operação para analisar e reprimir de forma qualificada, cada vez mais, os crimes de roubos, furtos, roubos e cargas e aqueles corriqueiros, que também tiram a paz do cidadão”, afirmou a chefe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

Os dados da Operação Voleur compreendem ações desencadeadas no período de 08 a 17 de novembro.

O nome da operação, originário do francês, faz referência à quem pratica crimes contra o patrimônio, roubando ou furtando para si o que não lhe pertence.

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Cidades

Em um esforço integrado que reuniu um efetivo de 9.700 profissionais, as Polícias Civis dos 26 estados e do Distrito Federal deflagraram nesta quarta-feira, 16 de novembro, a Operação Voleur, de repressão qualificada a crimes contra o patrimônio, que resultou no cumprimento de 2.112 prisões e outros 978 de buscas e apreensões em todos os estados.

Coordenada pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC), a operação reuniu ações policiais de repressão a crimes como roubo, furto, receptação, roubo de cargas, roubo de veículos, cujo resultado inclui ainda a recuperação de 1.517 aparelhos celulares e as apreensões de 289 armas de fogo, 3.826 munições e 385 veículos. Durante a aoperação, também foram apreendidos 146 adolescentes.

O delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso e coordenador da operação, Mário Dermeval Resende, destaca os números satisfatórios obtidos, que reuniram policiais civis em um esforço conjunto de combater crimes que mais geram insegurança à população. “Os crimes são comuns a todos os estados e demos ênfase na Operação Voleur à apreensão de aparelhos celulares, que podem estar ligados a outros delitos. A atuação das Polícias Civis é no sentido de combater esses crimes que estão bastante presentes no cotidiano da população e os que mais afligem o cidadão. Daí, a ação coordenada e atenção em fazer frente e reprimir esses delitos e levar os responsáveis à prisão”, observou o delegado.

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Números em Mato Grosso

As investigações desencadeadas nos municípios de Mato Grosso durante a Operação Voleur resultaram em 271 prisões de suspeitos de crimes como roubo, furto, furto qualificado e latrocínio, receptação e no cumprimento de 91 mandados de busca e apreensão.

Noventa celulares foram recuperados, entre eles, 31 oriundos de furtos e roubos investigados pela Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande. Outros 14 aparelhos foram recuperados em ações da Delegacia de Roubos e Furtos de Rondonópolis.

A operação empregou um efetivo de 404 policiais civis de diversas unidades da região Metropolitana e do interior.

Entre as apreensões realizadas estão 24 veículos produtos de crime, 124 munições e 10 armas de fogo e mais de 3 toneladas de defensivos contrabandeados.

Os defensivos foram apreendidos em investigações da Gerência de Combate ao Crime Organizado nas regiões de Tangará da Serra e Nova Mutum. Entre os produtos estavam dezenas de sacos de bnzoato, defensivo de comercialização proibida no Brasil.

CONCPC

O Comitê Permanente de Análise e Repressão a Crime contra o Patrimônio, do CONCPC, traçou a operação para prestar prestar contas sobre resultados das investigações desenvolvidas pela Polícia Civil.

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A presidente do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia, delegada Nadine Farias Anflor, destaca que a operação demonstra o compromisso das instituições nos estados em fazer frente aos crimes que causam insegurança ao cidadão, especialmente aqueles hediondos. “Desencadeamos essa operação para analisar e reprimir de forma qualificada, cada vez mais, os crimes de roubos, furtos, roubos e cargas e aqueles corriqueiros, que também tiram a paz do cidadão”, afirmou a chefe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

Os dados da Operação Voleur compreendem ações desencadeadas no período de 08 a 17 de novembro.

O nome da operação, originário do francês, faz referência à quem pratica crimes contra o patrimônio, roubando ou furtando para si o que não lhe pertence.

Olho no Araguaia/Araguaia Noticia

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Cidades

Assassino de ator passou por cidade do Araguaia durante 3 anos foragido

Paulo Cupertino, acusado de matar Rafael Miguel e seus pais, ficou um tempo em Araguaiana

Publicados

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O empresário Paulo Cupertino Matias, réu pelo assassinato do ator Rafael Miguel e dos pais dele, preso nesta segunda-feira (16), em São Paulo, passou por mais de 300 endereços nos dois primeiros anos de fuga. Segundo denúncias recebidas, ele passou por dez estados do Brasil, além de Paraguai e Argentina.

Além das denúncias que chegavam no Disque Denúncia e Web Denúncia, a polícia também recebia outras informações a partir de investigações.

O crime ocorreu em 9 de junho de 2019. Cupertino foi preso por policiais da 6ª. Seccional que encaminharam o preso para o 98º Distrito Policial, no Jardim Miriam, Zona Sul de São Paulo.

Segundo o delegado da 6ª seccional, a equipe de policiais recebeu uma informação de que Cupertino estaria na capital paulista, foram checar e encontraram o procurado.

74 endereços na cidade de SP

Segundo o Instituto São Paulo Contra a Violência, ele teria passado por 25 cidades paulistas, oito municípios de sete estados brasileiros e na Argentina, além de outros cinco locais não identificados.

Somente na cidade de São Paulo, Cupertino teria passado por 74 endereços diferentes.

ESTADO DE SÃO PAULO

Cidades Denúncias

Barueri 1

Botucatu 2

Bragança Paulista 1

Campinas 1

Diadema 1

Embu Guaçu 2

Guarulhos 3

Ilha Comprida 1

Itatiba 3

Jacareí 1

Jarinu 1

Jundiaí 1

Marília 1

Osasco 1

Pedreira 2

Penápolis 1

Praia Grande 1

Santa Fé do Sul 1

Santo André 4

São Bernardo do Campo 2

São José dos Campos 1

São Paulo 37

São Pedro 1

São Sebastião 2

Valparaíso 1

TOTAL 74 endereços

No estado do Rio de Janeiro foram duas denúncias registradas contra o assassino, todas na capital fluminense. Os outros estados onde Cupertino teria sido visto foram: Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul (onde viveu por 8 meses), Paraná e Maranhão.

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Ele também teria passado por Puerto Iguazu, cidade argentina, na tríplice fronteira com Brasil e Paraguai.

OUTRAS CIDADES, ESTADOS E PAÍS

Cidades Denúncias

Rio de Janeiro (RJ) 2

Serra (ES) 1

Chapada Gaúcha (MG) 1

Aparecida do Taboado (MS) 1

Araguaiana (MT) 1

São Pedro Ivaí (PR) 1

Santa Rita (MA) 1

Rosário (MA) 1

Cidades não identificadas 5

Puerto Iguazu (Argentina) 1

TOTAL 15 endereços

O crime

De acordo com o Ministério Público (MP), o empresário assassinou a família porque não aceitava o namoro de Isabela Tibcherani, a sua filha de 18 anos à época, com o artista. Vídeos gravados por câmeras de segurança mostram o momento em que ele atira 13 vezes em Rafael, que tinha 22 anos, e nos pais do ator: João Alcisio Miguel, de 52, e a mãe Miriam Selma Miguel, 50.

Cupertino é acusado de triplo homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa das vítimas. Ele, que atualmente tem 50 anos, nunca constituiu um advogado para defendê-lo. Além do empresário, dois amigos dele são réus no mesmo caso por terem ajudado o assassino a fugir.

O assassinato foi cometido na frente da casa onde Isabela morava com a mãe, no bairro da Pedreira, Zona Sul da capital paulista. As duas não foram baleadas por Cupertino e sobreviveram. O empresário fugiu.

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Listas de procurados

O nome, dados e fotos de Cupertino não apareciam publicamente na lista de criminosos mais procurados pela Interpol, também conhecida como Organização Internacional de Polícia Criminal. Ela tem a função de buscar mecanismos de cooperação entre as polícias no mundo para prender acusados de crimes que possam ter fugido para outros países.

Apesar disso, segundo fontes do g1, o empresário estava incluído na Difusão Vermelha do órgão. Em outras palavras, havia um mandado de prisão contra ele para ser cumprido em qualquer outro país.

Já no site da Polícia Civil paulista, Cupertino aparecia como o primeiro nome da página onde estão os 17 criminosos mais procurados pelas forças de segurança do estado. Não havia pagamento em dinheiro como recompensa para quem tivesse informações sobre o paradeiro de Cupertino.

Ajuda de amigos

De acordo com as investigações do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, Cupertino contou com a ajuda direta de pelo menos quatro amigos, que são investigados pela suspeita de esconderem o criminoso.

Dois desses amigos do empresário se tornaram réus na Justiça por supostamente ajudarem o fugitivo. Eles respondem em liberdade pelo crime de favorecimento pessoal. São eles: Eduardo Jose Machado, o ‘Eduardo da Pizzaria’, dono de uma pizzaria na Zona Sul de São Paulo; e Wanderley Antunes Ribeiro Senhora, que mora em Sorocaba, no interior paulista.

Olho no Araguaia/Folha Max

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