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Documentário ‘O dedo de Deus’ produzido em Barra do Garças estreia em dezembro

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Cultura

Foto: Reprodução

Obra cinematográfica que retrata o misticismo no Roncador foi realizada com recursos da SECEL-MT em parceria com o NPD/UFMT

O filme documentário O dedo de Deus: contatos mágicos na Serra do Roncador estreia no início do próximo mês com exibições em escolas públicas de Barra do Garças (MT). A produção audiovisual realizada com recursos da Lei Aldir Blanc, edital MT Nascentes, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT), retrata o misticismo na Serra do Roncador com imagens da natureza exuberante da cordilheira, que é considerada um dos pontos de energia espiritual do planeta.

O documentário tem como fio condutor o relato de experiências metafísicas e de evolução da consciência humana vivenciadas pelo ator cuiabano André D’Lucca, um apaixonado pela região. Do primeiro encontro com a serra no município de Barra do Garças (MT), ainda na adolescência, às mais de 30 viagens ao Roncador na fase adulta, André conta sua trajetória em busca de autoconhecimento e de conexão com o divino.

O mistério que transcende a realidade material também entrelaça à narrativa do ator os depoimentos de pesquisadores e de espiritualistas que consideram o Roncador um santuário espiritual e metafísico, um chacra da Terra. Mais do que a porta da Amazônia Legal, a Serra do Roncador seria um portal para o desconhecido.

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O título do filme, O dedo de Deus, é uma menção à formação rochosa no Roncador bastante visitada por turistas e místicos do Brasil e do exterior por ser considerada um local de grande concentração energética. Do visível ao invisível, o curta-metragem tem como pano de fundo a reflexão sobre a fuga da rotina e do sistema econômico que valoriza os bens materiais, a busca pelo amadurecimento espiritual que intriga a razão, cura as feridas emocionais e instiga a imaginação.

Com 31 minutos de duração, o filme foi realizado em parceria com o Núcleo de Produção Digital da Universidade Federal de Mato Grosso (NPD/UFMT) do campus Araguaia. As gravações durante a pandemia, nos meses de março, julho e setembro deste ano, foram um desafio a mais para a finalização do projeto, que tem locações na Serra do Roncador, no distrito de Vale dos Sonhos, município de Barra do Garças, e em Cuiabá (MT).

A idealizadora do projeto, a jornalista Aliana Camargo, afirma que a realização do documentário é uma provocação interna para ela e para os que assistem. “Ele traz o benefício da dúvida para quem é cético, e instiga os que estão na busca de saberem o que há além dos nossos cinco sentidos materiais. Além disso, mostra a riqueza exuberante da Serra do Roncador, que é um lugar com uma energia muito forte.” Aliana, que é doutoranda em Educação pela UFMT, é responsável pelo roteiro e pela direção da produção.

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Em tempos de desigualdade social e de desequilíbrio ambiental sem precedentes, a produção audiovisual mato-grossense aborda o intangível caminho rumo à espiritualidade que passa pelo desenvolvimento humano e pelo respeito ao planeta.

SINOPSE

“Se existimos, a que se destina?”. A busca por respostas leva a caminhos inesperados na Serra do Roncador (Barra do Garças-MT). Com imagens da natureza exuberante da cordilheira que é considerada um dos chacras energéticos do planeta, o documentário apresenta relatos intrigantes de experiências místicas e de consciência humana vivenciadas pelo ator André D’Lucca, um apaixonado pela região. O mistério que transcende a realidade material também entrelaça depoimentos de pesquisadores e de espiritualistas que encontraram no Roncador um santuário espiritual e metafísico.

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Grupo de forró indígena de Confresa é destaque do Profissão Repórter da Globo

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Grupo indígena de forró viaja para fazer show em Santa Catarina Foto: Rede Globo

Eles viajaram cerca de 2,5 mil quilômetros para se apresentar em festa do povo Guarani

O Profissão Repórter desta terça-feira (5) mostrou como está sendo a volta dos shows pelo Brasil acompanhando bandas e fãs de música.

A repórter Milena Rocha e a repórter cinematográfica Gabi Vilaça acompanharam a viagem da banda de forró “Garotos do Apyãwa”. Os indígenas viajaram 2.500 quilômetros para as primeiras apresentações desde o início da pandemia. Eles partiram da aldeia em Confresa (Mato Grosso) e foram até Palhoça, em Santa Catarina.

Da janela do ônibus, eles observaram a paisagem mudar ao atravessar quatro estados: Goiás, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

“Nós queremos mostrar um pouco da nossa cultura. Muitos não-indígenas não conhecem a nossa realidade”, conta Waraxowo’ Maurício Tapirapé, produtor da banda.

Desde 2018, o grupo concilia a música com outras atividades profissionais na aldeia. Na banda de forró há professores, mestrandos, agricultores e técnico de enfermagem. Eles usam a internet para divulgar as músicas, fazer lives e também para rebater as críticas de que o forró é uma música não indígena.

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Os membros da banda conheceram o mar pela primeira vez durante a viagem, mas não quiseram nadar. “Tenho respeito com lugares assim, que a gente vem conhecer pela primeira vez, porque a gente não sabe o que tem aqui. Tanto fisicamente quanto espiritualmente, a gente não tem um pajé próximo”, explica Maurício.

O grupo se apresentou na confraternização do povo Guarani, que reuniu indígenas de diversos estados.

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