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10 ações para começar a investir na Bolsa de Valores com menos de R$ 50

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10 ações para começar a investir na Bolsa de Valores com menos de 50 reais
Fernanda Capelli

10 ações para começar a investir na Bolsa de Valores com menos de 50 reais

Em geral, os brasileiros não são caracterizados como investidores ativos no país. Isso porque apenas apenas 600 mil pessoas investem na B3 aqui no país, o que equivale a 0,29% da população do nosso país.

Muito dessa cultura é devido a certos tabus populares criados e divulgados Brasil afora sem nenhum fundamento. Um deles, é o famoso “investir é coisa de gente rica”.

No entanto, já ficou mais do que claro que a Bolsa de Valores é um mercado totalmente democrático e acessível. Portanto, qualquer pessoa, inclusive aquela com pouco dinheiro, pode obter retornos proporcionais ao montante investido.

Dessa forma, confira 10 opções de ações que você pode comprar hoje com apenas R$ 50 no bolso:

1- Grupo CCR (CCRO3)

Com ações baratinhas, a R$ 13,27, o grupo CCR é uma das maiores companhias de concessões de infraestrutura da América Latina. Portanto, no Brasil, a empresa é responsável por controlar mais de 3,7 mil km de rodovias privadas.

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Além disso, realizou um acordo milionário com o estado de São Paulo recentemente, fator responsável por supervalorizar as ações da companhia.

2 – Via Varejo (VVAR3)

Dona das Casas Bahia, Ponto Frio, Bartira e do e-commerce Extra.com, a Via Varejo é uma empresa nacional especializada em eletroeletrônicos e móveis.

Portanto, só a Casas Bahia, loja extremamente popular com mais de 700 lojas físicas, foi avaliada em R$ 800 milhões. As ações da varejistas estão cotadas em R$ 14,85, sendo um dos papéis ‘promessas’ para o segundo semestre de 2021.

3 – Ambev (ABEV3)

A Ambev é a maior cervejaria da América Latina. Um dos donos da empresa, Jorge Paulo Lemann, é o segundo homem mais rico do Brasil, com uma fortuna avaliada em US$ 19 bilhões.

Além disso, a companhia possui um portfólio que inclui as marcas Skol, Brahma, Antarctica e Budweiser, Guaraná Antarctica, Fusion e PepsiCo. Para ser sócio, é necessário comprar uma das ações da Ambev, cotadas a R$17,36.

Para conferir a lista toda, leia a  matéria completa em 1Bilhão Educação Financeira .

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Amazon e Submarino terão que opinar sobre venda do Kabum para Magalu

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Amazon e Submarino terão que opinar sobre venda do Kabum para Magalu
Pedro Knoth

Amazon e Submarino terão que opinar sobre venda do Kabum para Magalu

Mesmo com o anúncio a compra do Kabum, e-commerce de informática e produtos do universo gamer, por R$ 3,4 bilhões, o Magalu ainda precisa da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão que regula fusões e aquisições no mercado brasileiro. Na semana passada, o conselho pediu que os principais competidores da varejista, como B2W — dona do Submarino e Americanas —, Via Varejo e Amazon opinem sobre o impacto da operação no mercado.

O Magalu comprou a Kabum pagando R$ 1 bilhão à vista na maior aquisição de sua história. Além do valor inicial, a companhia vai transferir mais 75 milhões de ações ordinárias (MGLU3) para acionistas do e-commerce de informática, aproximadamente R$ 1,7 bilhões. Uma terceira etapa envolve o pagamento de mais 50 milhões de ações — totalizando R$ 3,4 bilhões.

Contudo, apesar de anunciar a compra, ambas as companhias dependem do aval do Cade, que pediu para que concorrentes se posicionassem sobre a venda dos ativos na semana passada. Caso ela seja confirmada, o Magalu arremata todo o capital social do Kabum, sua subsidiária nos EUA (Kabum E-Commerce North America LLC) e equipe de esportes eletrônicos, a Kabum E-sports.

Amazon e B2W devem fornecer receita com itens de TI

Amazon, B2W — dona do Submarino e Americanas — e a Via Varejo — dona das Casas Bahia e do Ponto (antigo Ponto Frio) — devem enviar um documento ao órgão contendo o GMV (Gross Merchandise Volume) de vendas de produtos de informática, como computadores, periféricos e produtos de TI, e eletrônicos, que incluem a categoria de informática e itens de telefonia, eletrônicos de áudio e vídeo, videogames e “conectividade”, automação, smart home, segurança e câmeras. O Cade ainda exige que seja informado o faturamento dessas duas categorias somadas, tanto para vendas diretas no e-commerce próprio quanto no marketplace — plataforma de vendas para terceiros.

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O Cade afirma que pedir informações e a opinião de concorrentes é um procedimento padrão para avaliar atos de concentração — aquisição de 100% dos ativos de uma companhia — em qualquer setor econômico. “O Cade observa, entre outras questões, a participação de mercado das empresas envolvidas na operação; se há existência ou não de rivalidade por parte dos concorrentes; além de outros aspectos relacionados ao setor em análise”, disse o órgão em nota ao Tecnoblog .

O conselho ainda requer que empresas apresentem uma análise da compra do Kabum pelo Magalu e se ela poderia prejudicar concorrentes. B2W, Amazon e Via Varejo devem enviar os documentos e respostas até o dia 6 de agosto.

Via Varejo, dona da Casas Bahia, pede adiamento ao Cade

A dona das Casas Bahia e do Ponto pediu para que esse prazo fosse adiado por mais 10 dias. Em um e-mail enviado à Coordenação-Geral Processual do Cade, representantes jurídicos da varejista solicitaram que a entrega do documento exigido fosse prorrogada para o dia 16 de agosto. O motivo seria o volume de informações exigidas.

Casas Bahia (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Via Varejo, dona da Casas Bahia e do Ponto, pediu que prazo para enviar dados e respostas fosse adiado em 10 dias (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

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Uma fonte próxima à negociação diz que o pedido da Via Varejo é incomum: a empresa deveria ter esses dados em mãos. Nesse caso, há a especulação de que realmente seja por motivos burocráticos, como a própria varejista alega.

Referente ao pedido da Via Varejo para estender o prazo, o Cade disse que vai responder “no próprio andamento processual, após análise da solicitação”. O Tecnoblog procurou a empresa, que não se manifestou devido ao “período de silêncio”; ela divulga os resultados financeiro do 2º trimestre no dia 11.

Por outro lado, não se sabe como cada varejista deve se pronunciar sobre a compra do Kabum pelo Magalu. Quando a aquisição foi anunciada em julho, veio a público que a B2W esteve próxima de negociar a aquisição do e-commerce de informática.

O Magalu diz que está “confiante na aprovação da aquisição”. A Amazon não quis comentar sobre o caso. Já a B2W não respondeu à reportagem do Tecnoblog até o prazo.

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