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5 plataformas para transferir dinheiro para o exterior de forma prática e rápida

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5 plataformas para transferir dinheiro para o exterior de forma prática e rápida
Sophia Bernardes

5 plataformas para transferir dinheiro para o exterior de forma prática e rápida

Em concordância com o avanço da tecnologia, as empresas visam simplificar e otimizar o tempo dos clientes. Por exemplo, a possibilidade de transferir dinheiro para o exterior .

Para efetuar transações para o exterior, é necessário saber quais são as instituições licenciadas pelo Banco Central do Brasil especializadas nesse tipo de serviço. Visto que, é possível efetivar o pagamento com facilidade, através do computador ou celular em poucos minutos.

Pensando nisso, selecionamos 5 plataformas digitais que possibilitam a realização de transações internacionais. Principalmente, com propósito de oferecer segurança, menor burocracia e melhor custo benefício ao comparar com os bancos tradicionais.

1) Western Union

A Western Union disponibiliza a função de movimentações e operações de câmbio, que podem ser realizadas por meio de transferências bancárias ou em agências da WU. Assim, a pessoa pode enviar dinheiro para contas internacionais de terceiros, amigos, familiares e até mesmo sua própria.

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Desse modo, ambas formas cobram taxas e possuem um certo prazo para a efetivação da operação solicitada pelo cliente.

Nesse sentido, a maior vantagem que o Western Union oferece é que não é necessário possuir conta bancária para ser o destinatário, basta ter o código da transação em mãos.

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2) PayPal

A PayPal é uma plataforma online reconhecida, principalmente pela facilidade que ele oferece de realizar pagamentos online. Porém, muitos desconhecem a função de transferir para o exterior.

Em primeiro lugar, tanto o destinatário quanto o remetente precisam criar uma conta na plataforma. Em relação às taxas, são cobradas como pagamentos comuns, isto é, o destinatário da transferência paga as tarifas da operação, com exceção da taxa de câmbio que quem envia é taxado.

Para conferir a lista completa , acesse 1Bilhão Educação Financeira.

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Amazon e Submarino terão que opinar sobre venda do Kabum para Magalu

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Amazon e Submarino terão que opinar sobre venda do Kabum para Magalu
Pedro Knoth

Amazon e Submarino terão que opinar sobre venda do Kabum para Magalu

Mesmo com o anúncio a compra do Kabum, e-commerce de informática e produtos do universo gamer, por R$ 3,4 bilhões, o Magalu ainda precisa da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão que regula fusões e aquisições no mercado brasileiro. Na semana passada, o conselho pediu que os principais competidores da varejista, como B2W — dona do Submarino e Americanas —, Via Varejo e Amazon opinem sobre o impacto da operação no mercado.

O Magalu comprou a Kabum pagando R$ 1 bilhão à vista na maior aquisição de sua história. Além do valor inicial, a companhia vai transferir mais 75 milhões de ações ordinárias (MGLU3) para acionistas do e-commerce de informática, aproximadamente R$ 1,7 bilhões. Uma terceira etapa envolve o pagamento de mais 50 milhões de ações — totalizando R$ 3,4 bilhões.

Contudo, apesar de anunciar a compra, ambas as companhias dependem do aval do Cade, que pediu para que concorrentes se posicionassem sobre a venda dos ativos na semana passada. Caso ela seja confirmada, o Magalu arremata todo o capital social do Kabum, sua subsidiária nos EUA (Kabum E-Commerce North America LLC) e equipe de esportes eletrônicos, a Kabum E-sports.

Amazon e B2W devem fornecer receita com itens de TI

Amazon, B2W — dona do Submarino e Americanas — e a Via Varejo — dona das Casas Bahia e do Ponto (antigo Ponto Frio) — devem enviar um documento ao órgão contendo o GMV (Gross Merchandise Volume) de vendas de produtos de informática, como computadores, periféricos e produtos de TI, e eletrônicos, que incluem a categoria de informática e itens de telefonia, eletrônicos de áudio e vídeo, videogames e “conectividade”, automação, smart home, segurança e câmeras. O Cade ainda exige que seja informado o faturamento dessas duas categorias somadas, tanto para vendas diretas no e-commerce próprio quanto no marketplace — plataforma de vendas para terceiros.

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O Cade afirma que pedir informações e a opinião de concorrentes é um procedimento padrão para avaliar atos de concentração — aquisição de 100% dos ativos de uma companhia — em qualquer setor econômico. “O Cade observa, entre outras questões, a participação de mercado das empresas envolvidas na operação; se há existência ou não de rivalidade por parte dos concorrentes; além de outros aspectos relacionados ao setor em análise”, disse o órgão em nota ao Tecnoblog .

O conselho ainda requer que empresas apresentem uma análise da compra do Kabum pelo Magalu e se ela poderia prejudicar concorrentes. B2W, Amazon e Via Varejo devem enviar os documentos e respostas até o dia 6 de agosto.

Via Varejo, dona da Casas Bahia, pede adiamento ao Cade

A dona das Casas Bahia e do Ponto pediu para que esse prazo fosse adiado por mais 10 dias. Em um e-mail enviado à Coordenação-Geral Processual do Cade, representantes jurídicos da varejista solicitaram que a entrega do documento exigido fosse prorrogada para o dia 16 de agosto. O motivo seria o volume de informações exigidas.

Casas Bahia (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Via Varejo, dona da Casas Bahia e do Ponto, pediu que prazo para enviar dados e respostas fosse adiado em 10 dias (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

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Uma fonte próxima à negociação diz que o pedido da Via Varejo é incomum: a empresa deveria ter esses dados em mãos. Nesse caso, há a especulação de que realmente seja por motivos burocráticos, como a própria varejista alega.

Referente ao pedido da Via Varejo para estender o prazo, o Cade disse que vai responder “no próprio andamento processual, após análise da solicitação”. O Tecnoblog procurou a empresa, que não se manifestou devido ao “período de silêncio”; ela divulga os resultados financeiro do 2º trimestre no dia 11.

Por outro lado, não se sabe como cada varejista deve se pronunciar sobre a compra do Kabum pelo Magalu. Quando a aquisição foi anunciada em julho, veio a público que a B2W esteve próxima de negociar a aquisição do e-commerce de informática.

O Magalu diz que está “confiante na aprovação da aquisição”. A Amazon não quis comentar sobre o caso. Já a B2W não respondeu à reportagem do Tecnoblog até o prazo.

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