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Após desistência da Mastercard, Ambev também retira marca na Copa América

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Ambev não informou se manterá patrocínio na competição
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Ambev não informou se manterá patrocínio na competição

A empresa de bebidas Ambev  anunciou nesta quarta-feira (09) a desistência de estampar sua marca em banners nas partidas da Copa América deste ano, que será realizada no Brasil. Essa a segunda empresa que se retira do evento esportivo em dois dias. A primeira foi a Mastercard. 

No entanto, ao contrário da bandeira de cartões de crédito, a Ambev não anunciou se manterá o patrocínio durante a competição . Na terça-feira (08), a Mastercard informou que, embora retire sua marca dos banners de publicidade, vai continuar patrocinando o campeonato continental de seleções. 

“A companhia segue com seu compromisso e apoio ao futebol brasileiro”, afirmou a empresa, em nota. 

As desistências das marcas acontece em meio à polêmica decisão da Conmembol de sediar a Copa América 2021 no Brasil , mesmo após as desistências de Colômbia e Argentina em realizar a competição. A repercussão do anúncio foi negativa e gerou onda de protestos de autoridades e até dos jogadores da Seleção Brasileira, com ameaças de boicote, devido ao aumento de casos e mortes de Covid-19 no país . De acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Brasil registra mais de 476 mil mortes em decorrência da doença. 

A competição sul-americana começa neste domingo (13), com o jogo entre Brasil e Venezuela. Os jogos serão realizados em quatro cidades-sedes (Rio de Janeiro, Cuiabá, Brasília e Goiânia) entre os dias 13 junho e 10 de julho. 

Devido à pandemia, algumas seleções, como a Argentina, decidiram vir ao Brasil apenas para a disputa das partidas e não para hospedagem. A vinda da competição é considerada positiva para a imagem do presidente Jair Bolsonaro, que pretende usar a Copa América como termômetro para realização de eventos de grande porte em meio à crise pandêmica.  

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Auxílio emergencial: Caixa liberar novos saques do benefício nesta terça-feira

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Auxílio Emergencial
Redação 1Bilhão Educação Financeira

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A partir desta terça-feira (15), os trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em outubro podem sacar a segunda parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 2 de julho. A terceira parcela poderá ser sacada a partir de 27 de julho e a quarta, a partir de 27 de agosto.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

CALENDÁRIO DA SEGUNDAPARCELA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL 2021 CALENDÁRIO DA SEGUNDAPARCELA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL 2021 Calendário de saque da segunda parcela do auxílio emergencial 2021 – Divulgação governo federal

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O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

No dia 8 de junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o auxílio emergencial será prorrogado por pelo menos mais dois meses. Previsto para terminar em julho, o benefício pode ser estendido até setembro, mas esse período ainda poderá ser ampliado, caso a vacinação da população adulta não esteja avançada. “O presidente Jair Bolsonaro é quem vai decidir o prazo. Primeiro, esses dois ou três meses, e então devemos aterrissar em um novo programa social que vai substituir o Bolsa Família”, disse.

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Segundo Guedes, os recursos para a prorrogação do auxílio emergencial serão viabilizados por meio de abertura de crédito extraordinário. Atualmente, o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.

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