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“Autonomia do Banco Central não vai representar muita mudança”, diz especialista

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Live do Brasil Econômico desta quinta-feira (26) recebe André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE
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Live do Brasil Econômico desta quinta-feira (26) recebe André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE

Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta quinta-feira (26) para manter a lei sancionada em fevereiro pelo presidente Jair Bolsonaro que deu autonomia ao Banco Central (BC). A medida, apesar de ser motivo de comemoração para o mercado financeiro, pode não surtir muitos efeitos na prática. 

O economista André Braz, coordenador do IPC (Índice de Preços ao Condumidor) do FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) diz que a independência do órgão é fundamental, mas não deve surtir granes impactos no curto prazo. 

“A aprovação [pelo STF] é fundamental para a democracia, mas O BC já estava trabalhando de forma autônoma. Isso só reforça que nós teremos um Banco Central trabalhando em prol de controlar a inflação no menor prazo possível, e sem interferência”, comenta Braz. 

O STF precisou votar a medida após a aprovação do Congresso Nacional, pois os partidos PT e PSOL questionaram a constitucionalidade da lei. As legendas alegam que a iniciativa teve vício de origem por vir do Senado, quando deveria ter partido da Presidência da República. 

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O economista vê com bons olhos a decisão da Corte, pois permite que o BC seja austero quando precisar, sem sofrer pressões políticas. “É uma vitória para a democracia e vai garantir o curso da política para conter o avanço dos preços”, completa.

Ele classifica o cenário atual de inflação como “fogo em palha”, que se não for controlado a tempo, desafia a retomada econômica do país. “O juro alto é como se fosse um remédio, a gente aumenta ou diminui a dose em função da doença, que é a inflação, e quanto antes for diagnosticada, melhor”, finaliza. 

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Geração de empregos é um dos objetivos de plataforma de investimentos em turismo

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Uma das principais estratégias do Ministério do Turismo para promover mais do que a recuperação do setor, sua expansão, é a integração com a agenda econômica. Um dos principais eixos nesse sentido é o Portal de Investimentos, lançado em junho, e que se apresenta tanto como um portfólio de projetos em desenvolvimento, como um marketplace que aproxima empreendedores, investidores e poder público.

Salinas do Maragogi (AL)
Salinas do Maragogi

Salinas do Maragogi (AL)

Esse movimento é importante não apenas para a verticalização dos investimentos em turismo, há 62 projetos em 20 estados no momento, mas também para a geração de empregos, uma das principais trações para a recuperação econômica.

“Não há turismo sem estrutura. É tudo muito integrado”, observa a secretária nacional de Atração de Investimentos, Parcerias e Concessões da pasta, Débora Gonçalves. “É um trabalho que tem que ser viabilizado estado por estado, município por município”. Ela observa, ainda, que há um esforço por parte do governo federal para atrair investimentos para o setor. A expectativa é que haja geração de mais de 120 mil empregos diretos com os projetos já cadastrados na plataforma.

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Nesse contexto, é válido registrar que o setor de turismo responde por cerca de 8,1% do PIB brasileiro. Com o Portal de Investimentos, a expectativa é adensar essa taxa com mais diversidade, explorando suas potencialidades e possibilitando o desenvolvimento econômico e social de diferentes municípios.

“O turismo agrega e traz para ele diversas outras experiências”, advoga Gonçalves, confiante de que a plataforma estabeleça novos parâmetros para o setor no País.

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