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Auxílio emergencial: Caixa libera saques nesta quinta-feira; veja o calendário

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Redação 1Bilhão Educação Financeira

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Começa nesta quinta-feira (dia 1º de julho) o pagamento em dinheiro da  terceira parcela  do  auxílio emergencial 2021. Os primeiros a sacar serão os trabalhadores nascidos em janeiro , que se inscreveram ainda 2020 pelo aplicativo, pelo site da Caixa Econômica Federal ou pelos Correios. Esses beneficiários também foram considerados elegíveis ao pagamento do benefício neste ano.

Esses cidadãos são informais, autônomos, desempregados sem seguro-desemprego, microempreendedores individuais (MEIs) e inscritos no CadÚnico sem direito ao Bolsa Família.

Os valores do benefício correspondem a R$ 150 (para quem mora sozinho), R$ 250 (para famílias com dois ou mais integrantes) e R$ 375 (para mães chefes de família).

Como fazer a retirada

Para realizar a retirada, é preciso fazer o login no Caixa Tem e selecionar as opções “Saque sem cartão” e “Gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código na tela do celular, com validade de uma hora.

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As agências da Caixa funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. A retirada ainda pode ser feita em casas lotéricas.

Calendário de saques da terceira parcela Nascidos em janeiro – 1º de julho

  • Nascidos em fevereiro – 2 de julho
  • Nascidos em março – 5 de julho
  • Nascidos em abril – 6 de julho
  • Nascidos em maio – 8 de julho
  • Nascidos em junho – 9 de julho
  • Nascidos em julho – 12 de julho
  • Nascidos em agosto – 13 de julho
  • Nascidos em setembro – 14 de julho
  • Nascidos em outubro – 15 de julho
  • Nascidos em novembro – 16 de julho
  • Nascidos em dezembro – 19 de julho

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Ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni defende contratação em prefeitura sem CLT

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Onyx Lorenzoni assumiu como novo ministro do Trabalho e Previdência
Agência Brasil

Onyx Lorenzoni assumiu como novo ministro do Trabalho e Previdência

O novo ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, pretende ampliar para o setor público, em especial para as prefeituras, a contratação de pessoas sem carteira assinada. O foco são os grupos entre 16 anos e 29 anos e acima de 50 anos.

Na prática, o projeto em estudo representa uma flexibilização sobre os novos regimes de trabalho já existentes, como temporário (por tempo determinado), intermitente (por hora de serviço), além da jornada parcial.

O ministro, que tomou posse de forma reservada em seu gabinete nesta terça-feira, pretende ampliar o chamado Bônus de Inclusão Produtiva (BIP) para o setor público. A medida, até então desenhada para empresas privadas, consiste na concessão de uma bolsa em valor equivalente a meio salário mínimo (R$ 550), acompanhada de um curso de qualificação.

Parte do valor poderá ser pago, em ambos os casos, pelo governo.

O objetivo do governo é ampliar a contratação de pessoas sem vínculos empregatícios. A nova modalidade em estudo pelo novo ministro, contudo, vai além das mudanças trabalhistas que já ocorreram nos últimos anos por acabar com a exigência de que a remuneração seja baseada no salário mínimo, que equivale a R$ 5 por hora atualmente.

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A jornada seria de meio expediente e o contrato, de no máximo 18 meses, segundo técnicos da pasta.

A ideia faz parte de um projeto inicial do ministro, quando ele ainda comandava o Ministério da Cidadania. Onyx defendia o alistamento civil voluntário, mas para isso é preciso alterar a Constituição, o que foi descartado pelo governo.

A expectativa é que as prefeituras possam aderir à nova modalidade, com contrapartida do governo federal para ajudar no pagamento da bolsa.

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“A ideia é buscar um programa que seja bastante abrangente, tanto na área da empresa privada, quanto também no setor público para que a gente possa ao terminar o auxílio emergencial, ajudar milhões de famílias brasileiras que precisam de uma fonte de rendimento”, disse o ministro em entrevista à rádio Jovem Pan, nesta terça-feira.

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Onyx também destacou que pretende regulamentar o serviço prestado por aplicativos nas plataformas digitais. Afirmou que aguarda o resultado dos estudos pela equipe técnica até o fim desta semana.

“Queremos dar mais segurança para quem trabalha e estabelecer uma relação onde a busca da melhora da renda seja o caminho”, disse o ministro.

Ele criticou a lei trabalhista, alegando que “o trabalhador tem muitos direitos e não tem emprego”.

A criação do BIP tanto no setor privado, quanto público depende de mudanças na lei. A equipe econômica aguarda a aprovação do relatório do deputado Christino Áureo (PP-RJ), que incluiu o mecanismo no texto da medida provisória (MP), que trata da redução de salário e de jornada.

A proposta precisa ser votada até o início de setembro, senão perderá a validade.

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