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Auxílio emergencial: mães solo vão assessoria para recuperar benefício; entenda

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Auxílio emergencial: mães solo vão assessoria para recuperar benefício
Sophia Bernardes

Auxílio emergencial: mães solo vão assessoria para recuperar benefício

Faltando pouco mais de um mês para o fim do pagamento do auxílio emergencial, mães solo e famílias em situação de vulnerabilidade social continuam a esperar um posicionamento do Ministério da Cidadania e da Dataprev sobre a liberação da renda básica, que varia de R$ 150 a R$ 375 por família. Uma ação da Rede Brasileira de Renda Básica na comunidade de Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio, visa ampliar a rede de proteção a mães que criam os filhos sozinhas e que, com a pandemia de coronavírus, viram sua renda desaparecer.

Tome nota: o atendimento em Rio das Pedras será gratuito e vai ocorrer das 12h às 17h na Rua Espada de São Jorge 62, na localidade conhecida como Areal. Essa é mais uma investida da campanha Renda Básica para que o governo federal libere o auxílio para famílias que conseguiram na Justiça o reconhecimento do direito e para aqueles que simplesmente tiveram o benefício negado mesmo tendo direito.

Para se ter uma ideia, somente no Estado do Rio, mais de 2 milhões de pessoas tiveram o pagamento interrompido. As pessoas que quiserem entrar em contato mesmo após a ação em Rio das Pedras pode acessar a página na internet ( https://rendabasica.com.br/contato/ ) e fazer seu cadastro.

É importante ter em mãos a consulta ao Ministério da Cidadania sobre o motivo da negativa do auxílio e documentos pessoais, inclusive os que comprovam que não estão no motivo alegado pelo ministério, como por exemplo: cópia do Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal, baixa de contrato de trabalho, entre outros.

Paola Carvalho, diretora de Relações Institucionais da rede explica ao EXTRA que está colhendo casos de pessoas que tenham tido o auxílio negado para embasar denúncia da Defensoria Pública da União (DPU), que tem se empenhado para resolver as pendências relativas ao auxílio emergencial.

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“Nós conseguimos que 120 mil mães solo fossem reabilitadas para o recebimento do auxílio, mas sabemos que muitas outras que têm direito tiveram seus benefícios negados. Por isso vamos nos colocar à disposição de moradores de comunidades e do entorno para que tragam suas demandas até nós”, diz Paola.

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“O governo não está cumprindo as decisões judiciais que determinam o pagamento”, alerta Paola, que agora conta com o apoio da Defensoria Pública da União para tentar reverter a situação destas pessoas.

Em e-mail, o defensor público federal André Ribeiro Porciúncula informa à rede que chegou a interpelar o Ministério da Cidadania sobre o atraso no pagamento dos auxílios deferidos por decisão judicial.

“Assinamos os ofícios da nossa última reunião ontem (17 de agosto) para envio ao Conselho Nacional de Justiça e ao Ministerio da Cidadania”, acrescenta o defensor, em mensagem datada de 18 de agosto que o EXTRA teve acesso.

Procurados, o Ministério da Cidadania e a Dataprev não informaram quantos pedidos de auxílio emergencial ainda estão em fase de reanálise e se há expectativa de liberação de novas cotas para quem está com processo em reanálise ou contestação.

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Mulher denuncia empresa e pede demissão no alto-falante; veja o vídeo

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Beth McGrath usou alto-falante de loja para pedir demissão nos EUA
Arquivo pessoal

Beth McGrath usou alto-falante de loja para pedir demissão nos EUA

Beth McGrath, funcionária do Walmart no estado de Louisiana (EUA) se revoltou com as políticas trabalhistas da empresa e pediu demissão para quem quisesse ouvir, além de denunciar maus-tratos na empresa. Ela ainda chama um gerente de “pervertido”

“Trabalho no Walmart há quase cinco anos e posso dizer que todo mundo aqui trabalha com excesso de trabalho e é mal pago. A política de atendimento é otimista. Somos maltratados pela administração e pelos clientes todos os dias. Sempre que temos um problema com isso, somos informados de que somos substituíveis”, declarou ela.

“Esta empresa trata seus associados idosos como merda”, continuou a mulher, antes de encerrar o discurso dizendo: “F***-se a gerência e f***-se este trabalho”.

Veja o vídeo:


Após o desentendimento público, ela reforçou a ideia nas redes sociais e aconselhou aos que passam pela mesma situação a fazerem o mesmo.

“Não tenha medo de falar o que te incomoda, mesmo que isso acabe com você”, orientou.

Segundo o UOL, ela teria recebido várias propostas de emprego após o vídeo viralizar.




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