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Banco Central adia terceira fase do Open Banking por necessidade de ajustes

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Terceira fase do Open Banking foi adiada em dois meses pelo BC por necessidade de ajustes
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Terceira fase do Open Banking foi adiada em dois meses pelo BC por necessidade de ajustes

O Banco Central (BC) anunciou nesta sexta-feira (27) que vai adiar a implementação da terceira fase do  Open Banking que estava marcada para a próxima segunda-feira, 30 de agosto. A nova data é de 29 de outubro e a fase 4 continua prevista para o dia 15 de dezembro.

Segundo a instituição informou em nota, a decisão de adiar precisou ser tomada por conta da necessidade de ajustes nas especificações técnicas, o que comprometeu os prazos de testes das instituições financeiras.

“O Banco Central reforça o seu compromisso para que o Open Banking alcance os seus objetivos, de forma segura e efetiva para os clientes das instituições participantes, permanecendo vigilante no processo de sua implementação”, disse a instituição em nota.

Essa terceira fase marca a junção entre o Open Banking e o Pix, com a figura do iniciador de pagamentos, a promessa é de facilitar os pagamentos por comércios eletrônicos e aplicativos.

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Na prática, quando uma pessoa quiser usar o Pix para pagar por um pedido de comida em um aplicativo ou fazer uma compra pela internet, ela vai poder fazer toda a transação sem precisar abrir o aplicativo do seu banco.

Nesse caso, o iniciador de pagamento seria o próprio aplicativo de delivery ou a loja online que seriam autorizados a funcionar pelo Banco Central. Com isso, se desejar, o cliente pode fazer todo o processo de pagamento sem sair da tela da loja em que está comprando.

Atualmente, para fazer um pagamento por Pix, por exemplo, é necessário usar um QR Code ou copiar e colar a chave da loja, o que alonga o tempo de pagamento.

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Bolsonaro diz que Boris Johnson quer acordo “emergencial” para venda de alimento

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Boris Johnson e Bolsonaro em Nova Iorque
O Antagonista

Boris Johnson e Bolsonaro em Nova Iorque

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (23) que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, pediu um acordo “emergencial” para evitar o desabastecimento. O Reino Unido enfrenta uma onda de escassez alimentícia por conta do Brexit, a saída do bloco da União Europeia, e da crise provocada pela pandemia.

Sem especificar o gênero alimentício, os jornais britânicos especulam que se trate de peru, para evitar a falta do alimento no Natal. Os dois se encontraram em Nova Iorque para a Assembleia-geral das Nações Unidas.

 “Essa batata passei para a (ministra da Agricultura) Tereza Cristina”, disse o chefe do Planalto na tradicional live de quinta. 


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