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BNDES quer coletar R$ 100 milhões para financiar projeto de combate à Covid-19

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BNDES planeja coletar mais R$ 100 milhões para financiar projeto de combate à Covid-19
Sophia Bernardes

BNDES planeja coletar mais R$ 100 milhões para financiar projeto de combate à Covid-19

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou que planeja coletar mais de R$100 milhões para o financiamento coletivo Salvando Vidas , focado no combate à Covid-19 .

Esta ação é organizada pelo BNDES, com apoio da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), Sitawi Finanças do Bem, Ernst&Young (EY) e Bionexo do Brasil.

Desse modo, o projeto coleta recursos de entidades públicas e privadas para ações relacionadas ao combate à disseminação do vírus.

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Projeto Salvando Vidas contra a Covid-19

O Salvando Vidas nasceu em abril de 2020. Logo, se tornou o maior financiamento coletivo do país. Nesse tempo, o projeto chegou a receber 1.700 doações de pessoas físicas e empresas. Assim, o mesmo já proporcionou ajuda para 779 instituições.

Em suma, o Salvando Vidas doou para o combate à pandemia mais de 100 milhões em recursos. Quanto ao valor arrecadado, a instituição destina a compra de insumos e equipamentos fundamentais aos hospitais públicos e filantrópicos que atendem o Sistema Único de Saúde (SUS).

Os recursos arrecadados possibilitaram a compra de 60 milhões de Equipamentos de Proteção Individual, entre eles, álcool em gel, aventais, luvas, máscaras e toucas para os pacientes e profissionais da saúde.

Confira a reportagem completa aqui

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Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões

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Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões
Sophia Bernardes

Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões


Esgotada em apenas meia hora, a oferta de 30 milhões de criptoativos Brazilian Football Team (BFT), lançados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no último dia 27, gerou uma arrecadação de 15 milhões de euros — cerca de R$ 90 milhões — para a entidade esportiva. A pré-venda ocorreu por meio da plataforma de negociação de criptomoedas Bitci.

Mais de 13 mil pessoas compraram a moeda digital da CBF ao preço de 0,50 euros cada. Há ainda mais 70 milhões de tokens para serem vendidos, em negociação pública prevista para ocorrer no dia 25 de agosto.

Os criptoativos também são chamados de fan tokens. Eles permitem que os torcedores tenham acesso a experiências e recompensas exclusivas, como participar de sorteios e eventos esportivos.

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“Tokens de torcedor, que vêm se tornando populares na indústria do esporte, são expressos como ativos que fornecem a oportunidade de aumentar o contato digital e presencial entre equipes e fãs, que passam a ter voz em certas decisões e se beneficiar de vantagens e mais proximidade com marcas e atletas. Os tokens de torcedor a serem desenvolvidos pela Bitci Technology para aumentarão a interação dos torcedores com a Seleção Brasileira e, paralelamente, proporcionarão uma oportunidade de amplificação da receita comercial”, explicou a CBF por meio de nota.

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No blockchain da Bitci também são negociados tokens de times como o Real Betis (Espanha), Rangers (Escócia), seleção do Uruguai, seleção da Espanha, MotoGP e a McLaren, da Fórmula 1.

O acordo da CBF com a empresa turca inclui as Seleções Brasileiras de Futebol Masculino e Feminino, além das Seleções Sub-20, Sub-17 e Sub-15. Durante a vigência do contrato, a Bitci Technology será a única parceira de negócios da blockchain da Seleção Brasileira de Futebol.

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