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Bolsonaro afirma que lockdown visava derrubar o governo e critica partidos

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Bolsonaro diz que lockdown tinha o objetivo de derrubar o governo
Sophia Bernardes

Bolsonaro diz que lockdown tinha o objetivo de derrubar o governo

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (8), que as medidas adotadas por governadores e prefeitos durante a pandemia da Covid-19 tinham como objetivo “mexer na economia” para “derrubar” o governo. O chefe do Executivo criticou partidos que apoiaram as ações adotadas por gestores estaduais e municipais.

“O ano passado com a política do ‘fecha tudo’ até pensei, desconfiei, não vou afirmar, que era uma maneira de mexer na economia para tentar derrubar a gente”, declarou em conversa com apoiadores nesta manhã, na saída do Palácio da Alvorada.

Sem citar nomes de partidos, o presidente condenou siglas que apoiaram políticas de fechamento de atividades para frear a disseminação do novo coronavírus.

“Dois partidos políticos fazendo nota agora me atacando, obviamente. Falando do preço do combustível, preço dos alimentos, mas que os partidos fizeram ano passado a não ser apoiar medida dos governadores? Tem que ter uma consequência. Vai ficar em casa tem uma consequência”, disse. 

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Bolsonaro ainda falou sobre nota conjunta assinada pelo DEM e PSL, que repudiaram os discursos de Bolsonaro nos atos pró-governo ocorridos no feriado. As siglas comentaram que as “tensões políticas” impossibilitam dar “respostas efetivas aos milhões de pais e mães de família angustiados com a inflação dos alimentos, da energia, do gás de cozinha, com o desemprego e a inconstância da renda”.

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Na conversa com apoiadores, Bolsonaro afirmou que a inflação é “consequência de fechamentos”.

“Nada está tão ruim que não possa piorar. Isso é uma realidade. A Argentina, por exemplo, reconduziu ao poder quem tinha colocado a Argentina no buraco”, disse.

Sobre os atos do feriado, Bolsonaro alegou ser “mais um na multidão” e não respondeu diretamente uma apoiadora que perguntou se o presidente conseguiu fazer uma “fotografia” do país, como Bolsonaro falou que ocorreria em discursos recentes. 

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“Não é fácil você mudar uma coisa que está há décadas enraizada no poder. Alguns querem que eu faça assim e resolva. Ontem eu era mais um na multidão. Nada sobe minha cabeça, sei da responsabilidade e para onde o Brasil está marchando também”, afirmou.

O presidente disse ainda que o Brasil é “um emaranhado de problemas” e que não pode resolvê-los “de uma hora para outra” com uma “canetada”. “Não é achar que eu tenho superpoderes para levantar a espada e resolver o assunto, não. ‘Ah, vai lá, faz isso.’ Não é assim não que a banda toca. Isso que o Brasil vive é um somatório de décadas de desmandos, apoiados por muitos de vocês de forma inconsciente”, declarou.

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Bolsonaro diz que economia vai “muito bem” e descarta trocas no ministério

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Bolsonaro em evento da Roda da Fruticultura
Reprodução/redes sociais

Bolsonaro em evento da Roda da Fruticultura

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse neste sábado (18) que economia do país vai “muito bem” e afastou a ideia de trocar peças no Ministério. A fala foi feita durante o Fórum da Rota da Fruticultura da RIDE/DF (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno), em Brasília.

“Nossa economia não pode e não vai parar. [Quero] dizer a vocês, a gente faz analogia com futebol, quando um time não está indo bem, a gente pensa logo em trocar o técnico. O meu time está indo muito bem”, disse o chefe do Executivo. 

Além de Bolsonaro, o evento contou com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes; o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho; da ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda; a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF); o deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF); o advogado-geral da União, Bruno Bianco e o presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães;

A Rota da Fruticultura é responsável pela cadeia produtiva da fruta no Distrito Federal e em 33 municípios de Goiás e Minas Gerais. 

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