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Bolsonaro gastou R$ 16,6 milhões em viagens durante a pandemia

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Jair Bolsonaro, presidente da Republica
O Antagonista

Jair Bolsonaro, presidente da Republica

As viagens do presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia do novo coronavírus, entre março do ano passado e o mesmo mês deste ano, além de provocar aglomeração, também gastaram R$ 16,6 milhões , de um total de R$ 18,4 milhões gastos com deslocamentos no período (cerca de 90%), segundo a Folha de São Paulo.

As viagens que custaram mais foram durante as folgas de Bolsonaro, para as praias de Guarujá (SP) e São Francisco do Sul (SC), que somaram R$ 3,5 milhões . Uma viagem de dois dias em setembro por Eldorado(SP), onde o presidente cresceu, custou R$ 820 mil.

O presidente ainda dispensou o distanciamento e a máscara em viagem ao Ceará, que custou cerca de R$ 400 mil, em fevereiro deste ano, no momento de alta da crise sanitária.

“Não reclamo das dificuldades. Sofro ataques 24 horas por dia. Mas entre esses que atacam e vocês, vocês estão muito na frente. Não me vão fazer desistir porque, afinal de contas, eu sou imbrochável”, discursou, no município de Tianguá.

Bolsonaro intensificou as jornadas às regiões que ele tem baixa popularidade, e com isso aumentou tanto o gasto, quando o número de aglomerações. Em média, o chefe do Executivo brasileiro esteve presente em uma concentração de pessoas a cada 5,3 dias, algumas delas registradas na mesma data.


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Reforma administrativa traz risco real de aumento da corrupção, diz especialista

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A especialista em administração e burocracia estatal foi a entrevistada do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira (10)
Brasil Econômico

A especialista em administração e burocracia estatal foi a entrevistada do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira (10)

A professora de administração pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Alketa Peci, foi a entrevistada do  Brasil Econômico ao Vivo de quinta-feira (10). Ela disse haver risco real de mais  indicações de cargos após o fim da estabilidade dos servidores federais, como projetado pela reforma administrativa , o que pode aumentar a corrupção .

“O Brasil é um país paradoxal . Se por um lado, conseguimos consolidar um governo forte, profissional, com estabilidade, por outro lado, temos uma boa proporção de cargos politicamente indicados”.

Segundo ela, os países onde a administração pública performa melhor no âmbito econômico, e tem menores níveis de corrupção, são aqueles que a burocracia independe da política.

“O órgão independente funciona como peso e contrapeso ao poder político. Acaba pressionando os políticos a não abusarem, já que se baseiam em processos de escolha meritocráticos, e possuem corpo técnico qualificado.”

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Como exemplo, ela citou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). 

“Muito foi acusado pela mídia que a Anvisa havia sido capturada pelo governo Bolsonaro, ao indicar os cargos do Conselho diretor. Na prática, isso não aconteceu. A agência continua técnica, profissional, e a população confia, independente da vacina ser chinesa, indiana, ou que vira jacaré”, salientou a especialista.

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