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Caixa fará concurso público com 10 mil vagas; veja como serão divididas

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Caixa fará concurso público com 10 mil vagas
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Caixa fará concurso público com 10 mil vagas

A Caixa Econômica Federal anunciou ontem que vai contratar 10 mil pessoas , entre concursados e terceirizados. A projeção anterior era de contratação de 7,7 mil colaboradores . O time visa reforçar o atendimento para dar conta da abertura de mais 250 pontos de atendimento até o final do ano em todo país. As vagas serão distribuídas em 4 mil empregados , sendo 3 mil do concurso de 2014. De acordo com a Caixa, esses profissionais serão convocados de imediato , por telefone ou telegrama, seguindo ordem de classificação do concurso.

Também serão abertas mil vagas para pessoas com deficiência (PcD), que vão prestar concurso específico. A previsão de lançamento do edital para este certame é até setembro deste ano.

Serão contratados ainda 5,2 mil estagiários e adolescentes aprendizes e cerca de 800 recepcionistas e vigilantes. A contratação de aprendizes ocorre por meio de parceria com entidades sem fins lucrativos, selecionadas por meio de chamada pública e conveniadas. Já as vagas de estágio serão para candidatos que já foram aprovados em processo de seleção realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

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A Caixa informa que, caso seja identificada a necessidade de abertura de mais vagas, novas seleções poderão ser feitas pelo CIEE futuramente.

Ainda conforme o banco, para o serviço de vigilância e recepção em suas unidades, serão contratadas empresas especializadas. Para a contratação dos profissionais, as empresas devem observar as normas legais relacionadas às atividades de vigilância e recepção, assim como as exigências contratuais.

“A Caixa ressalta que a alocação de serviço de vigilância e recepcionistas ocorrerá em todo o território nacional, variando de acordo com a demanda das unidades”, finaliza a Caixa Econômica Federal, em nota.

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Lira afasta calote em precatórios e nega conversa sobre Bolsa Família em R$ 400

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Arthur Lira afirma que não haverá calotes e nega Bolsa Família em R$ 400
Reprodução: iG Minas Gerais

Arthur Lira afirma que não haverá calotes e nega Bolsa Família em R$ 400

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), afirmou nesta terça-feira (03) que “não há possibilidade de calote” no texto da PEC dos Precatórios, dívidas judiciais perdidas pela União. O governo federal tenta convencer congressistas a aprovar o parcelamento dos precatórios para liberar verba para o novo Bolsa Família. 

Em coletiva à imprensa, Lira ressaltou que conversou com o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e a secretária de governo, Flávia Arruda, sobre o projeto e as dívidas judiciais do governo federal. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), também participou do encontro. 

Tivemos ontem uma reunião na casa do presidente [do Senado] Rodrigo Pacheco, com a presença de Ciro Nogueira, Flávia Arruda, Paulo Guedes. Não há nenhuma possibilidade de calote, como também é impossível se pagar R$ 90 bilhões sem que haja algum tipo de atingimento do teto. Não queremos atingir o teto e o Brasil não pode dar calote”, disse Lira. 

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O presidente da Câmara ressaltou as agendas preferenciais do Legislativo neste segundo semestre, como a aprovação das reformas administrativas e tributárias, e a privatização dos Correios. Lira disse a líderes partidários que a reforma do Imposto de Renda será votada nesta sexta-feira (06) e a venda dos Correios até o fim deste mês. 

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Novo Bolsa Família 

Arthur Lira negou que a conversa com Ciro Nogueira e Flávia Arruda tenha ligação com o reajuste do Bolsa Família. O presidente da Câmara também negou saber da possibilidade de dobrar o valor do benefício. 

“Não houve essa conversa de 400 reais, não há essa conversa de Bolsa Família dentro de PEC, não há essa conversa de furar teto de gastos, e o Bolsa novo, novo programa social, que é justo para os mais pobres”, afirmou. 

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Nesta terça-feira (03), o presidente Jair Bolsonaro confirmou a intenção de reajustar o benefício para R$ 400, o dobro dos atuais R$ 190 pago, em média, atualmente. O aumento do Bolsa Família é uma tentativa do Palácio do Planalto em aumentar a popularidade de Bolsonaro às vésperas das eleições de 2022. 

No entanto, a equipe econômica tenta reverter a situação e manter o reajuste em R$ 290. Segundo estudos do Ministério da Economia, caso o benefício seja reajustado em 100% há possibilidade de ultrapassar os limites do teto de gastos e prejudicar os cofres da União em 2022.

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