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Dia do Cliente: veja empresas que oferecem as melhores taxas de corretagem

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Dia do Cliente: saiba quais instituições oferecem as melhores taxas de corretagem para o investidor
Fernanda Capelli

Dia do Cliente: saiba quais instituições oferecem as melhores taxas de corretagem para o investidor

O Dia do Cliente é comemorado nesta quarta-feira (15). Portanto, diversas lojas e marcas aproveitaram a data para oferecer promoções especiais e descontos exclusivos, com duração de apenas 24 horas.

A data foi criada em 2003, com o objetivo de homenagear o comprador, bem como estreitar as relações entre o comércio e os consumidores.

Dessa forma, para quem é investidor, trouxemos uma lista com corretoras que oferecem menos taxas na hora de realizar investimentos. Assim, aproximando essa relação entre cliente e instituição financeira.

Modalmais

Além de corretora, o Modalmais (MODL11) é um banco digital. Com uma alta de lucro de 137,4% no segundo trimestre deste ano, a empresa apresentou um valor ajustado de R$ 45,9 milhões esse ano.

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Dessa forma, a corretora já consolidada no mercado tem um amplo leque de possibilidades para seus clientes. Por exemplo, um Plano Grátis, com taxa zerada de corretagem. Além disso, a corretora também possui isenção de taxas para abertura e manutenção de conta na plataforma.

Clear

A Clear é uma corretora do grupo XP Investimentos. A princípio, ela também oferece uma taxa zero de corretagem para todos os ativos que atualmente são negociados na Bolsa de Valores brasileira (B3).

Além disso, a Clear possui isenção de taxa de custódia, que nada mais é do que o custo cobrado por outras corretoras para o armazenamento da ação ou de algum título de investimento.

Confira a reportagem completa aqui

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46 milhões de lares não têm renda do trabalho no Brasil, diz Ipea

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46 milhões de domicílios não tem renda do trabalho no Brasil
Redação 1Bilhão Educação Financeira

46 milhões de domicílios não tem renda do trabalho no Brasil

Um estudo divulgado nesta sexta-feira (17) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) revelou que no Brasil o percentual de lares sem renda do trabalho aumentou durante a pandemia, e a recuperação ainda não está consolidada. No segundo trimestre deste ano, a proporção de casas sem renda do trabalho foi estimada em 28,5%, ou seja, quase três em cada dez. Isso indica que 46 milhões de pessoas sobreviviam em lares sem dinheiro vindo de atividades profissionais, de acordo com o pesquisador do Ipea, Sandro Sacchet, autor do estudo. 

No mesmo período, a proporção de famílias sem renda do trabalho chegou a 31,56%. O percentual caiu em seguida, mas ainda continua alto. “As contratações devem aumentar com a movimentação deste final de ano. A questão é ver em qual patamar o percentual vai se estabilizar depois, ou não”, argumenta Sacchet.

Em comparação, no quarto trimestre de 2019, antes da pandemia, a proporção era de 23,54%, o que equivale a 36,5 milhões de pessoas. Assim, isso indica que durante a crise, o aumento do número de brasileiros nessa situação foi de aproximadamente 9,5 milhões de cidadãos. O sustento, nesses casos, pode vir de programas de assistência como o auxílio emergencial, aposentadorias e pensões. 

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O estudo foi realizado com base nos dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), que é feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em conclusão, segundo o Ipea, o mercado de trabalho “teve um forte impacto inicial da pandemia e uma lenta recuperação, que ainda se encontrava incompleta” até o período de análise.

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Conforme o estudo, o rendimento habitual médio dos trabalhadores ocupados caiu 6,6% no segundo trimestre de 2021, na comparação com o mesmo período de 2020.

As alterações, contudo, são “apenas o inverso” do observado no início da pandemia, “quando os rendimentos habituais apresentaram um crescimento acelerado”, diz o levantamento.

Isso porque, no começo da crise, a perda de ocupações se concentrou em vagas com remuneração menor, setores de construção, comércio, alojamento e alimentação, além de impactar os empregados sem carteira assinada e principalmente aqueles que trabalhavam por conta própria.

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Assim, os profissionais que permaneceram ocupados naquele momento foram aqueles com renda relativamente mais alta, segundo a pesquisa. A situação acabou elevando os ganhos médios com o trabalho. Agora, o cenário mudou. Com a volta dos informais e trabalhadores por conta própria ao mercado, o rendimento habitual, em média, passa a cair.

Já a renda efetiva, aquela que de fato o trabalhador recebeu, subiu 0,9% no segundo trimestre de 2021, na comparação com o mesmo intervalo do ano passado, o pior momento da crise no mercado de trabalho.

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