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Economistas dizem que desemprego só volta ao ponto de antes da pandemia em 2023

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Desemprego no Brasil
Fernanda Capelli

Desemprego no Brasil

Com a crise econômica acentuada pela pandemia da Covid-19 e as previsões de baixo crescimento do Brasilem 2022 já sinalizam para alguns economistas que a alta taxa de desemprego do país só deve cair e voltar a níveis semelhantes aos de antes da pandemia em 2023.

No trimestre encerrado em maio, a taxa de desemprego no país atingiu 14,6%, ou 14,8 milhões de pessoas, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A situação é ainda pior em relação à população subutilizada: 32,9 milhões.

O ritmo de recuperação dos postos de trabalho depende diretamente de quanto o país cresce neste ano e nos próximos anos, argumenta o ex-diretor do Banco Central Alexandre Schwartsman. E, a partir das últimos projeções do Banco Central, o desemprego deve permancer elevado até 2023, quando pode voltar a um patamar semelhante ao de antes da pandemia da Covid-19.

A expectativa de crescimento do Brasil para o 2022 caiu para baixo de 2% em análises recentes de diferentes instituições. O FMI (Fundo Monetário Internacional) fala em 1,9%; o Itaú, em 1,5%; a MB Associados, em 1,4%. Para 2023, a previsão de alta do PIB é de 2,5%, segundo o Banco Central.

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– Com informações da Folha de S. Paulo.

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Gasolina fica mais cara em 18 estados após atualização do governo

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Gasolina fica mais cara em 18 estados após atualização do governo
Fernanda Capelli

Gasolina fica mais cara em 18 estados após atualização do governo

Os combustíveis ficarão mais caros a partir desta sexta-feira (14). Isso porque o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) lançou uma nova tabela de preços no Diário Oficial da União. 

A gasolina fica mais cara em 18 estados, o diesel em 17 e no Distrito Federal e o GLP (gás liquefeito de petróleo), em 14 Estados e no DF.

As maiores altas da gasolina serão no Rio Grande do Sul e no Piauí: 4,6% e no Mato Grosso: 6%. Já o diesel sobe mais no Acre: 5,55%, assim como o GLP que varia 8,75% no estado.

Os valores da tabela são usados de base pelos governos estaduais para a cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que incide nos combustíveis. 

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