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Em apenas um semana de vigência, 30% dos recursos do Pronampe se esgotaram

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Bancos liberaram R$ 7,6 bilhões em uma semana
Reprodução: ACidade ON

Bancos liberaram R$ 7,6 bilhões em uma semana

Na primeira semana de operação da nova versão do Pronampe , 30% dos R$ 25 bilhões previstos para chegar nas micro e pequenas empresas já foram emprestados . Foram R$ 7,6 bilhões para 92 mil empresas.

A nova versão do Pronampe está operando desde quarta-feira da semana passada com juros maiores do que em 2020, mas a demanda por crédito segue alta. Duas instituições, Banco do Brasil e Bradesco , já esgotaram os limites disponíveis, de R$ 3,2 bilhões e R$ 1,7 bilhões, respectivamente.

O Banco do Brasil foi a instituição que mais concedeu crédito até agora, seguida da Caixa, que já emprestou $ 1,8 bilhão dos R$ 6,3 bilhões disponibilizados. Em terceiro, vem o Bradesco.

As cooperativas também se destacam, com o Sicredi concedendo R$ 362 milhões em quarto lugar e o Sicoob em sétimo lugar, com R$ 65 milhões emprestados.

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Outros dos dois maiores bancos também começaram a emprestar para seus correntistas, o Santander, que começou a operar apenas na segunda-feira, já concedeu R$ 239 milhões e o Itaú, R$ 246 milhões.

O governo espera que 325 mil empresas acessem o financiamento via Pronampe este ano, mas já sabe que não será suficiente para atender toda a demanda.

Para resolver o problema, o Ministério da Economia está trabalhando em medidas estruturais para facilitar acesso ao crédito, como o Sistema Nacional de Garantias. A medida criará centrais regionais que poderão fornecer uma carta aos pequenos empresários para auxiliar na formação de garantias.

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Banco deverá pagar R$ 9,4 mil para cliente que caiu em golpe de troca do cartão

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Banco deverá pagar R$ 9,4 mil para cliente
MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Banco deverá pagar R$ 9,4 mil para cliente

A 14ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou um banco a devolver R$ 9,4 mil a um cliente que teve o dinheiro descontado do saldo após ser vítima do “golpe da troca do cartão”.

O consumidor entrou na Justiça alegando ter caído no golpe ao fazer uma compra com um vendedor ambulante. Ele afirmou só ter percebido a troca do cartão de crédito no dia seguinte. Duas transações feitas nesse intervalo, de R$ 5,8 mil e R$ 3,6 mil, não foram reconhecidas pelo autor da ação, que disse que os gastos fogem ao seu padrão de despesas. Foi a negativa do banco em relação à devolução dos valores que motivou o processo.

A decisão de primeiro grau julgou a ação improcedente, mas o Tribunal de Justiça de São Paulo acolheu o recurso do cliente. O relator, desembargador Thiago de Siqueira, considerou que havia verossimilhança nas alegações do autor do processo, que conseguiu comprovar, com histórico de faturas, que as transações no valor total de R$ R$ 9,4 mil fugiam do padrão. Além disso, o magistrado entendeu que o fato de os golpistas terem tido sucesso no uso do cartão significa que o sistema de proteção do banco falhou, o que caracteriza defeito na prestação do serviço.

De acordo com Siqueira, caberia ao banco o ônus de provar que as transações com o cartão de crédito do cliente foram feitas dentro da regularidade, sem que houvesse falha no sistema de segurança da empresa, o que não aconteceu.

Apesar de ter obtido a indenização por danos materiais, o consumidor teve o pedido de indenização por danos morais negado. A turma julgadora destacou que não há provas suficientes que o cliente passou por situação vexatória decorrente da postura do banco, como inclusão do nome em banco de dados de órgãos de proteção ao crédito, e que “o simples aborrecimento não basta para configurar o dano moral”.

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