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“Energia mais cara, evita crise no ano que vem”, diz Guedes sobre crise hídrica

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Paulo Guedes diz que aumento na conta de energia poderá evitar crise maior em 2022
Edu Andrade/Ascom/ME

Paulo Guedes diz que aumento na conta de energia poderá evitar crise maior em 2022

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu, nesta quarta-feira (14), o reajuste de contas de energia elétrica para evitar uma crise em 2022 . A declaração foi dada em live do jornal Valor Econômico

“Em vez de chegar no ano que vem sem energia, usando recursos de baixo custo neste ano, era melhor acionar a bandeira vermelha ou amarela em alguns ambientes. Você usa um pouco mais de termoelétrica e de energia de combustível mais cara, antecipa um pouco esse choque energético em vez de ter no ano que vem”, disse.

O ministro de Bolsonaro ainda citou que o próximo ano será crítico, mas não explicou os motivos. Especialistas ouvidos internamente pela reportagem apontam à preocupação do Palácio do Planalto de uma crise hídrica em ano de eleição provocar perda de votos para Jair Bolsonaro. 

Em entrevista, Paulo Guedes defendeu as ações do Ministério de Minas e Energia e ressaltou a antecipação das decisões do ministério em relação aos cuidados para evitar à crise energética. 

“O ministro Bento preferiu se antecipar e, em vez de deixar chegar o ano que vem, que é um ano crítico, quando aí sim os reservatórios poderiam estar abaixo de 10% e virar uma crise hídrica irrecorrível, aparentemente, o que o ministro nos diz é que usando a bandeira desde já, você faz uma redistribuição da energia de um ano para o outro”, afirmou Guedes.

O Brasil passa pela pior crise hídrica dos últimos 91 anos com a falta de chuva e diminuição de níveis de reservatórios. O governo pediu o racionamento voluntário e liberou a compra de energia de termelétricas para evitar uma crise de fornecimento. 

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TRF registra 13 mil acordos de contestações do auxílio; veja como recorrer

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Mais de 13 mil acordos foram realizados entre União e trabalhadores
Reprodução: iG Minas Gerais

Mais de 13 mil acordos foram realizados entre União e trabalhadores

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) registrou 13 mil acordos entre em ações de conciliação entre a União e trabalhadores que tiveram negado o pedido de auxílio emergencial. O benefício e oferecido pelo governo federal a trabalhadores informais, autônomos, desempregados e a microempreendedores individuais afetados pela pandemia da Covid-19. Há um ano, o mutirão iniciou a atuação no Rio de Janeiro e Espírito Santo para orientar pessoas que tiveram o pedido de auxílio negado pelo governo e procuraram a Justiça.

O número representa 69% do total de processos e reclamações em fase pré-processual, que chegam a quase 18 mil. Os pedidos dos cidadãos foram apresentadas diretamente nos serviços de primeiro atendimento dos Juizados Especiais Federais dos dois estados. Muitos trabalhadores recorrem à Justiça após tentar contestar a recusa de pagamento através de orgãos do governo responsáveis pelo programa, como o Ministério da Cidadania e o Dataprev.

No total, o acervo soma, atualmente, pouco mais de 24 mil processos e reclamações pré-processuais referentes ao auxílio emergencial. Desse número, mais 6 mil reclamações tramitam pelo sistema de Conciliação 100% Digital do TRF2, criado para agilizar a realização de acordos em processos em grau de recurso na segunda instância, e em demandas incluídas no programa de conciliação.

Inicialmente, o mutirão do auxílio emergencial iniciado em julho de 2020 deveria durar duas semanas. No entanto, a grande procura pelo serviço e os resultados obtidos pela conciliação motivaram sucessivas prorrogações de prazo.

Para registrar uma reclamação pré-processual, o interessado não precisa de advogado. Basta preencher o formulário digital disponível nos serviços de primeiro atendimentos do Juizado Especial do Rio de Janeiro ou do  Espírito Santo.

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