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Filha de Paulo Guedes se deslocou em voos oficiais da FAB junto com pai em julho

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Filha de Guedes viajou em voo da FAB, mas não participou da agenda do ministro
Edu Andrade/ ASCOM – ME

Filha de Guedes viajou em voo da FAB, mas não participou da agenda do ministro

A filha o ministro da Economia, Paulo Guedes , viajou três vezes com o pai com voos oficiais da Força Área Brasileira (FAB) em julho , é o que aponta os registros da FAB entregues à Agência Sportlight nesta terça-feira (20). No entanto, segundo as agendas do ministro, Paula Drumond Guedes não participou de encontros oficiais

A primeira viagem foi registrada em 2 de julho (sexta-feira), saindo de Brasília com destino ao Rio de Janeiro. Na agenda de Guedes, havia um encontro marcado com o diretor-executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) às 10h30, na sede do Ministério da Economia na capital fluminense. No mesmo dia, Paulo Guedes se encontrou com Solange Vieira, superintendes da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), e realizou despachos internos antes de voltar à Brasília, com Paula Guedes, às 16h20 do dia seguinte, sábado (3 de julho), onde não foi registrado encontros na agenda do ministro. 

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Em meio às polêmicas sobre a tributação de lucros e dividendos da Reforma Tributária, Guedes foi a São Paulo no dia 8 de julho (quinta-feira) para encontro com empresários. Segundo documentos da FAB, Paula Guedes participou da viagem à capital paulista, mas não há registros de presença nos encontros oficiais. Ambos voltaram à Brasília no mesmo dia, às 19h10. 

Registro de voos oficiais da FAB com participação de Paula Guedes
Reprodução/Agência Sportlight

Registro de voos oficiais da FAB com participação de Paula Guedes

A viagem da filha de Guedes em voos da FAB não são legais, segundo um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro em 5 de março de 2020 . O dispositivo prevê que o ministro de Estado pode escolher quem quiser para vagas remanescentes na aeronave, mas há um artigo que determina que os membros da comitiva devem participar da agenda oficial do ministro . Nesse caso, Paulo Guedes estaria infringindo o decreto, já que a filha não participou dos eventos citados nesta reportagem.

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O decreto Nº 10.267, abre brecha para ministros e a Presidência da República privilegiar amigos ou até apoiadores que participam da agenda do representante de Estado. No entanto, vai contra as promessas de Jair Bolsonaro durante sua campanha eleitoral de 2018, quando afirmava que iria acabar com privilégios no Palácio do Planalto. 

O iG entrou em contato com o Ministério da Economia para saber as justificativas da participação de Paula Drumond Guedes no voo oficial da FAB, mas até o fechamento desta reportagem não obteve retorno. 

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Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões

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Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões
Sophia Bernardes

Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões


Esgotada em apenas meia hora, a oferta de 30 milhões de criptoativos Brazilian Football Team (BFT), lançados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no último dia 27, gerou uma arrecadação de 15 milhões de euros — cerca de R$ 90 milhões — para a entidade esportiva. A pré-venda ocorreu por meio da plataforma de negociação de criptomoedas Bitci.

Mais de 13 mil pessoas compraram a moeda digital da CBF ao preço de 0,50 euros cada. Há ainda mais 70 milhões de tokens para serem vendidos, em negociação pública prevista para ocorrer no dia 25 de agosto.

Os criptoativos também são chamados de fan tokens. Eles permitem que os torcedores tenham acesso a experiências e recompensas exclusivas, como participar de sorteios e eventos esportivos.

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“Tokens de torcedor, que vêm se tornando populares na indústria do esporte, são expressos como ativos que fornecem a oportunidade de aumentar o contato digital e presencial entre equipes e fãs, que passam a ter voz em certas decisões e se beneficiar de vantagens e mais proximidade com marcas e atletas. Os tokens de torcedor a serem desenvolvidos pela Bitci Technology para aumentarão a interação dos torcedores com a Seleção Brasileira e, paralelamente, proporcionarão uma oportunidade de amplificação da receita comercial”, explicou a CBF por meio de nota.

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No blockchain da Bitci também são negociados tokens de times como o Real Betis (Espanha), Rangers (Escócia), seleção do Uruguai, seleção da Espanha, MotoGP e a McLaren, da Fórmula 1.

O acordo da CBF com a empresa turca inclui as Seleções Brasileiras de Futebol Masculino e Feminino, além das Seleções Sub-20, Sub-17 e Sub-15. Durante a vigência do contrato, a Bitci Technology será a única parceira de negócios da blockchain da Seleção Brasileira de Futebol.

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