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Funcionários dos Correios não chegam a acordo salarial em audiência no TST

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Agora, a Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do TST vai julgar o dissídio coletivo da categoria
Sophia Bernardes

Agora, a Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do TST vai julgar o dissídio coletivo da categoria

Empregados dos Correios, representados por entidades sindicais, não conseguiram chegar a um acordo sobre reajuste salarial com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), em audiência de conciliação realizada nesta segunda-feira (13 de setembro) no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Agora, a Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do TST vai julgar o dissídio coletivo da categoria. A sessão ordinária ficou marcada para a próxima segunda-feira (20), informou o TST.

Na audiência de conciliação anterior, ocorrida na sexta-feira (10), o ministro Agra Belmonte, relator do caso, apresentou proposta de reajuste salarial de 100% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) a partir de agosto, com a aplicação do mesmo índice para funções gratificadas.

A sugestão da ECT, para implementação do reajuste em três parcelas – 50% em agosto, 25% em outubro e 25% em dezembro – foi acolhida por Agra Belmonte nesta segunda-feira.

A ECT, no entanto, rejeitou as cláusulas da proposta sobre acesso de dirigentes sindicais aos trabalhadores por 30 minutos em horário de almoço, em dias pré-estabelecidos; participação do sindicato em processos administrativos disciplinares; e liberação com ônus de dirigentes sindicais.

Já os trabalhadores não concordaram com o reajuste linear para funções gratificadas. Com a impossibilidade do acordo, a audiência foi encerrada pelo ministro.

A categoria questionou ainda a disparidade salarial na ECT: enquanto a remuneração de um carteiro é de R$ 2 mil, em média, advogados ganham cerca de R$ 20 mil. Segundo os empregados, o presidente da empresa recebe R$ 55 mil.

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Vale vai pagar R$ 40,2 bilhões em dividendos

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Vale anuncia que vai pagar R$ 40,1 bilhões aos acionistas da empresa
Fernanda Capelli

Vale anuncia que vai pagar R$ 40,1 bilhões aos acionistas da empresa

Na última quinta-feira (16), a Vale anunciou que vai pagar R$ 40,2 bilhões em dividendos aos acionistas da empresa. O pagamento, referente ao primeiro semestre de 2021, será de cerca de R$ 8,10 por ação – o maior dos últimos anos.

Os detentores de ação ordinária e ação preferencial de classe especial recebem a bonificação em 30 de setembro. Já os titulares de ADRs (ações negociadas em Nova York) serão pagos a partir de 8 de outubro.

No primeiro semestre, a Vale acumulou lucro de R$ 70,6 bilhões, dado, em partes, pela alta da cotação do minério de ferro no início do ano. Pela primeira vez, a commodity tinha ultrapassado US$ 200 (aproximadamente R$ 1.059, no câmbio atual) por barril. 

Leia Também:  Há diferença entre Títulos Imobiliários e Fundos de Investimento Imobiliário?

Na quinta, as ações da companhia fecharam em queda de 4,15% na Bolsa de Valores. Ainda assim, ela acumula uma alta de 7% em 2021.

Desde a tragédia de Brumadinho (MG), em 2019, a mineradora já anunciou R$ 34,2 bilhões em dividendos. Na época do rompimento da barragem, que deixou 272 mortos, os pagamentos haviam sido suspensos e só foram retomados no ano seguinte.

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