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Governo de SP prorroga fase de transição no estado até 30 de junho

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Coletiva de atualização de informações da Covid-19 no Estado de São Paulo
Reprodução: ACidade ON

Coletiva de atualização de informações da Covid-19 no Estado de São Paulo

O Governo do Estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (09) que prorrogará a fase de transição do Plano São Paulo de combate à Covid-19 até 30 junho. Com a decisão, estabelecimentos comerciais, academia, bares e restaurantes poderão atender presencialmente entre 6h e 21h. 

A medida acontece após registro de aumento de casos de Covid-19 no estado e no país. O Brasil ultrapassa as 476 mil mortes pela doença, sendo que 115 mil óbitos foram registrados no estado de São Paulo, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass)

“O Centro de Contingenciamento vê com preocupação o momento que estamos enfrentando na pandeia, com elevação, ainda que em velocidade pequena, do número de internações hospitalares e uso de leitos de UTI, por isso, não  recomendou o afrouxamento dessa fase de transição por mais duas semanas”, disse João Gabbardo, membro do Centro de Contingenciamento.

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Os membros da comissão ainda sugeriram a redução do horário de funcionamento do comércio em regiões em que leitos de internação estão lotados. O governo deu autonomia para cidades em situação grave para definir a melhor estratégia de restrição, determinação corroborada em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

“O governo encaminhará aos municípios que estão com uma taxa de ocupação acima de 90% dos leitos de UTI para avaliem a necessidade de tomar medidas mais restritivas do que aquelas que já estão estabelecidas no plano Nós sugerimos a redução de horário de funcionamento de determinados setores econômicos, como o comércio, em algumas regiões”, completou Gabbardo.

Horários de funcionamento na fase de transição 

  • Atividades comerciais: 6h às 21h com 40% da capacidade
  • Atividades religiosas: Autorizadas com 40% da capacidade e distânciamento entre os fiéis
  • Bares e Restaurantes: Consumo local das 6h às 21h com 40% da capacidade e distânciamento entre as mesas 
  • Salões de beleza e barbearia: Atendimento local das 6h às 21h
  • Atividades culturais e esportivas: Atendimento local das 6h às 21h
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Em comunicado, o governo ressaltou que o toque de recolher está mantido entre 21h e 5h. 

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia
Fernanda Capelli

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Em meio a um cenário mundial catastrófico, a crise gerada pelo novo Covid-19 foi inédita. A pandemia, que levou muitas vidas, mudou completamente a rotina mundial e pegou todos de surpresa.

Dessa forma, o planeta inteiro passou muito tempo tentando entender como passar pela situação. Até hoje, mais de um ano após a chegada da doença, ainda estamos vivendo muitas dificuldades.

Portanto, para o mercado financeiro não foi diferente. Todas as bolsas de valores do mundo foram de alguma forma afetadas, ao ponto de investidores e analistas do mercado nomearem o período de “banho de sangue”.

Entretanto, mesmo com tantos desafios, houve quem ultrapassasse a tempestade sem muitos problemas , assim como, aproveitando certas oportunidades com as circunstâncias de crise mundial.

Portanto, veja as 10 ações que se beneficiaram com a pandemia e descubra como elas conseguiram se levantar, enquanto o mundo todo caía.

1. Weg (WEGE3)

Com impressionantes 114,57% de valorização, a Weg é a primeira da lista em disparada. Esta é uma empresa multinacional brasileira, do setor de tecnologia.

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Dessa forma, um dos motivos da valorização em meio a pandemia foi a alta do dólar, uma vez que a companhia recebe os lucros através da moeda norte-americana.

2. Magalu (MGLU3)

A empresa que dispensa comentários está em segundo lugar da nossa lista, com 96,03% de valorização sobre seus ativos. Todavia, com a pandemia, o Magalu saiu na frente devido ao seu domínio em relação a tecnologia, assim como em logística, o que foi um diferencial em se tratando de e-commerce.

O Magazine Luiza se tornou uma empresa de plataforma digital de varejo, formada por um ecossistema digital multicanal que contribui para que milhares de outros negócios ingressem no universo das transações virtuais.

3. Vale (VALE3)

A Vale, maior empresa brasileira exportadora de minérios, aumentou em 61,64% o valor de suas ações em meio a crise pandêmica mundial. Isso se deu devido ao preço do minério de ferro, que permaneceu estável em 2020.

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4. Marfrig (MRFG3)

É uma das maiores companhias de alimentos do mundo exportando proteína animal. Dessa forma, a empresa recebe em dólar. Desta forma, a Marfrig teve uma valorização de 47,12% ao ano durante a pandemia.

5. Klabin (KLBN4)

A Klabin é uma empresa produtora e exportadora de papel, celulose e insumos hospitalares. Durante a crise, suas ações chegaram a 45,96% de valorização, devido a alta demanda desses insumos, assim como o aumento no consumo de papel.

Confira a reportagem completa aqui

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