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Governo quer programa de crédito para socorrer pequenas e médias empresas

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Governo deve lançar programa emergencial de crédito a pequenas e médias empresas no próximo semestre
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Governo deve lançar programa emergencial de crédito a pequenas e médias empresas no próximo semestre

Com o objetivo de oferecer auxílio a pequenas e médias empresas de setores mais afetados pela crise na pandemia, o governo quer relançar um programa emergencial de crédito . Em 2021, serão disponibilizados até R$ 4 bilhões nos mesmos moldes do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) , que funcionou no ano passado.

O número de empresas que receberam recursos do governo, por meio do Peac, foi de quase 115 mil , com aporte de R$ 91 bilhões em créditos contratados , de acordo com Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

“Queremos um novo Peac, mas só para os setores que estão com dificuldades. Não é uma linha de crédito para aqueles que não estão em crise”, disse o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa , à Folha de S. Paulo

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O secretário informou que o programa deve ser lançado ainda em junho  e vai atingir empresas dos setores de turismo, eventos e transportes rodoviários de turismo. As empresas que devem participar do programa devem ter faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 300 milhões. Para reduzir o risco de inadimplência, o programa deve usar recursos do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI). 



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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia
Fernanda Capelli

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Em meio a um cenário mundial catastrófico, a crise gerada pelo novo Covid-19 foi inédita. A pandemia, que levou muitas vidas, mudou completamente a rotina mundial e pegou todos de surpresa.

Dessa forma, o planeta inteiro passou muito tempo tentando entender como passar pela situação. Até hoje, mais de um ano após a chegada da doença, ainda estamos vivendo muitas dificuldades.

Portanto, para o mercado financeiro não foi diferente. Todas as bolsas de valores do mundo foram de alguma forma afetadas, ao ponto de investidores e analistas do mercado nomearem o período de “banho de sangue”.

Entretanto, mesmo com tantos desafios, houve quem ultrapassasse a tempestade sem muitos problemas , assim como, aproveitando certas oportunidades com as circunstâncias de crise mundial.

Portanto, veja as 10 ações que se beneficiaram com a pandemia e descubra como elas conseguiram se levantar, enquanto o mundo todo caía.

1. Weg (WEGE3)

Com impressionantes 114,57% de valorização, a Weg é a primeira da lista em disparada. Esta é uma empresa multinacional brasileira, do setor de tecnologia.

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Dessa forma, um dos motivos da valorização em meio a pandemia foi a alta do dólar, uma vez que a companhia recebe os lucros através da moeda norte-americana.

2. Magalu (MGLU3)

A empresa que dispensa comentários está em segundo lugar da nossa lista, com 96,03% de valorização sobre seus ativos. Todavia, com a pandemia, o Magalu saiu na frente devido ao seu domínio em relação a tecnologia, assim como em logística, o que foi um diferencial em se tratando de e-commerce.

O Magazine Luiza se tornou uma empresa de plataforma digital de varejo, formada por um ecossistema digital multicanal que contribui para que milhares de outros negócios ingressem no universo das transações virtuais.

3. Vale (VALE3)

A Vale, maior empresa brasileira exportadora de minérios, aumentou em 61,64% o valor de suas ações em meio a crise pandêmica mundial. Isso se deu devido ao preço do minério de ferro, que permaneceu estável em 2020.

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4. Marfrig (MRFG3)

É uma das maiores companhias de alimentos do mundo exportando proteína animal. Dessa forma, a empresa recebe em dólar. Desta forma, a Marfrig teve uma valorização de 47,12% ao ano durante a pandemia.

5. Klabin (KLBN4)

A Klabin é uma empresa produtora e exportadora de papel, celulose e insumos hospitalares. Durante a crise, suas ações chegaram a 45,96% de valorização, devido a alta demanda desses insumos, assim como o aumento no consumo de papel.

Confira a reportagem completa aqui

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