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Governo reduz porcentagem de biodiesel no óleo diesel por alta da soja

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Após valorização da soja, governo decidiu reduzir temporariamente a porcentagem de biodiesel no óleo diesel
Federação das Industrias do Estado do Paraná

Após valorização da soja, governo decidiu reduzir temporariamente a porcentagem de biodiesel no óleo diesel

A elevação do preço da soja no mercado externo fez com que o governo decidisse reduzir temporariamente a mistura de biodiesel ao óleo diesel. A decisão de diminuir a adição obrigatória de o biodiesel de 13% para 10% vale apenas para o 82º leilão do biocombustível, destinado ao suprimento dos meses de novembro e dezembro de 2021.

A decisão foi tomada, por unanimidade, nesta segunda-feira (6) pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e levou em conta o aumento do preço da soja no cenário internacional e as repercussões no mercado doméstico por causa da desvalorização do real ante ao dólar.

“Assim, tendo em vista que o biodiesel brasileiro tem no óleo de soja sua maior parcela de matéria-prima, com cerca de 71%, sendo o restante oriundo de sebo bovino e outros óleos, verifica-se a necessidade de adoção de medida temporária de redução do teor de biodiesel devido à potenciais impactos para o consumidor brasileiro e reflexos em inúmeros setores (transporte público e de mercadorias) e atividades (agrícola e geração de energia, por exemplo)”, informou o CNPE em nota.

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O conselho também frisou que essa redução do teor de biodiesel na mistura é “momentânea e temporal”. O colegiado ressalta que o governo federal seguirá defendendo o papel da bioenergia na transição energética, trabalhando para fortalecer o mercado doméstico de combustíveis renováveis, em linha com os princípios da Política Energética Nacional.

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Geração de empregos é um dos objetivos de plataforma de investimentos em turismo

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Uma das principais estratégias do Ministério do Turismo para promover mais do que a recuperação do setor, sua expansão, é a integração com a agenda econômica. Um dos principais eixos nesse sentido é o Portal de Investimentos, lançado em junho, e que se apresenta tanto como um portfólio de projetos em desenvolvimento, como um marketplace que aproxima empreendedores, investidores e poder público.

Salinas do Maragogi (AL)
Salinas do Maragogi

Salinas do Maragogi (AL)

Esse movimento é importante não apenas para a verticalização dos investimentos em turismo, há 62 projetos em 20 estados no momento, mas também para a geração de empregos, uma das principais trações para a recuperação econômica.

“Não há turismo sem estrutura. É tudo muito integrado”, observa a secretária nacional de Atração de Investimentos, Parcerias e Concessões da pasta, Débora Gonçalves. “É um trabalho que tem que ser viabilizado estado por estado, município por município”. Ela observa, ainda, que há um esforço por parte do governo federal para atrair investimentos para o setor. A expectativa é que haja geração de mais de 120 mil empregos diretos com os projetos já cadastrados na plataforma.

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Nesse contexto, é válido registrar que o setor de turismo responde por cerca de 8,1% do PIB brasileiro. Com o Portal de Investimentos, a expectativa é adensar essa taxa com mais diversidade, explorando suas potencialidades e possibilitando o desenvolvimento econômico e social de diferentes municípios.

“O turismo agrega e traz para ele diversas outras experiências”, advoga Gonçalves, confiante de que a plataforma estabeleça novos parâmetros para o setor no País.

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