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Guedes defende Bolsonaro, mas admite que ataques políticos afetam economia

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Paulo Guedes e Bolsonaro
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Paulo Guedes e Bolsonaro

Paulo Guedes reconheceu nesta sexta-feira, a investidores internacionais, que os “barulhos políticos”afetam a economia, que pode crescer menos, e que a inflação está em seu pior momento. O ministro da Economia ainda disse que o presidente Jair Bolsonaro pode ter passado dos limites “nas palavras, não nas ações”, em sua primeira fala após os atos antidemocráticos do 7 de Setembro, o recuo do presidente e dias de fortes oscilações no mercado financeiro. Porém, Guedes tentou demontrar otimismo tanto no controle da inflação como nas instituições brasileiras.

“Nunca aposte contra a democracia brasileira. Nós estamos avançando o tempo todo. É muito barulho, mas estamos avançando. Somos os único país promovendo reformas estruturais em meio à pandemia”, disse.

O ministro também comentou sobre o “barulho” da democracia brasileira. Ele reconheceu que o presidente Jair Bolsonaro pode ter se excedido em palavras, mas não em ações, e destacou a solidez da democracia brasileira ao afirmar que os excessos de um ator vêm sendo contidos por outras instituições.

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Questionado sobre efeitos na economia brasileira, o ministro ponderou que pode haver uma desaceleração do crescimento, mas que o governo está na direção certa, após anos em rota oposta. Ele ainda defendeu seu ponto sobre o país ter tido uma recuperação em V, e acrescentou que isso não significa uma rota em V.

“A sua pergunta é se poderia todo esse barulho sobre as instituições e democracia perturbar esta muito bem posicionada economia, no sentido de que já estamos prontos para avançar de novo. Minha resposta é que pode fazer muito barulho, pode desacelerar o crescimento, mas nós não vamos mudar a direção. Nós estamos na direção certa. Interrompemos a rota errada. Estamos de volta aos negócios e nosso governo está seguro de que vamos seguir na direção correta”, afirmou.

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Um dia após a divulgação da inflação, que se aproxima dos dois dígitos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu que a pressão sobre os preços é uma questão chave e que o Brasil vive o pior momento da inflação. Para Guedes, o processo de redução da inflação será lento.

“Ela vai reduzir lentamente e vamos fechar o ano entre 7,5% e 8% porque ainda temos alguns avanços para fazer”, afirmou.

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Gasolina fica mais cara em 18 estados após atualização do governo

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Gasolina fica mais cara em 18 estados após atualização do governo
Fernanda Capelli

Gasolina fica mais cara em 18 estados após atualização do governo

Os combustíveis ficarão mais caros a partir desta sexta-feira (14). Isso porque o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) lançou uma nova tabela de preços no Diário Oficial da União. 

A gasolina fica mais cara em 18 estados, o diesel em 17 e no Distrito Federal e o GLP (gás liquefeito de petróleo), em 14 Estados e no DF.

As maiores altas da gasolina serão no Rio Grande do Sul e no Piauí: 4,6% e no Mato Grosso: 6%. Já o diesel sobe mais no Acre: 5,55%, assim como o GLP que varia 8,75% no estado.

Os valores da tabela são usados de base pelos governos estaduais para a cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que incide nos combustíveis. 

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