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Igreja Universal deixa de pagar aluguel em Sorocaba e Justiça bloqueia R$ 58 mil

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Renato Cardoso pede entrega de doações em cesto no púlpito do Templo de Salamão da Igreja Universal
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Renato Cardoso pede entrega de doações em cesto no púlpito do Templo de Salamão da Igreja Universal

A Igreja Universal do Reino de Deus, do Bispo Edir Macedo , teve R$ 58.190,48 bloqueados pela Justiça de São Paulo por dívidas no pagamento de aluguel de um templo em Sorocaba. O imóvel havia sido alugado em 2009 para ser uma das sedes da igreja na cidade.

Segundo o colunista do UOL Rogério Gentile, desde o início da pandemia, o templo passou a repassar apenas parte dos tributos acertados em contrato, além de atrasar pagamentos. Na defesa, a Universal negou a dívida.

Esta não é a única ação envolvendo os templos de Macedo e pagamento de aluguel. Um deles, no Brás, na capital paulista, também está com pendências judiciais relacionadas a revisão dos valores cobrados no arrendamento.

A Igreja alega que a pandemia e o desemprego diminuíram as receitas, e que eles só sobrevivem com as contribuições dos fiéis. Recentemente, o bispo da Igreja Universal Renato Cardoso , genro de Edir Macedo, apareceu em vídeo publicado em março no YouTube pedindo contribuições dos fiéis para cobrir os custos da igreja.

Em nota publicada na internet, a Universal afirma que a reportagem “mente” e que o bispo jamais pretendeu estimular ou mesmo solicitou a doação do auxílio emergencial.

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Reforma administrativa traz risco real de aumento da corrupção, diz especialista

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A especialista em administração e burocracia estatal foi a entrevistada do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira (10)
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A especialista em administração e burocracia estatal foi a entrevistada do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira (10)

A professora de administração pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Alketa Peci, foi a entrevistada do  Brasil Econômico ao Vivo de quinta-feira (10). Ela disse haver risco real de mais  indicações de cargos após o fim da estabilidade dos servidores federais, como projetado pela reforma administrativa , o que pode aumentar a corrupção .

“O Brasil é um país paradoxal . Se por um lado, conseguimos consolidar um governo forte, profissional, com estabilidade, por outro lado, temos uma boa proporção de cargos politicamente indicados”.

Segundo ela, os países onde a administração pública performa melhor no âmbito econômico, e tem menores níveis de corrupção, são aqueles que a burocracia independe da política.

“O órgão independente funciona como peso e contrapeso ao poder político. Acaba pressionando os políticos a não abusarem, já que se baseiam em processos de escolha meritocráticos, e possuem corpo técnico qualificado.”

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Como exemplo, ela citou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). 

“Muito foi acusado pela mídia que a Anvisa havia sido capturada pelo governo Bolsonaro, ao indicar os cargos do Conselho diretor. Na prática, isso não aconteceu. A agência continua técnica, profissional, e a população confia, independente da vacina ser chinesa, indiana, ou que vira jacaré”, salientou a especialista.

Veja o vídeo:



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