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Imóveis encarecem 1,59% em 2021, mas preços devem baixar no 2° semestre; entenda

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Mercado de imóveis usados cresce 84,77% no trimestre no Estado de São Paulo
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Mercado de imóveis usados cresce 84,77% no trimestre no Estado de São Paulo


Os preços do mercado imobiliário subiram 0,48% em maio. A pesquisa FipeZap , divulgada na última quarta-feira (2), mostrou que o índice acumula um aumento de 1,59% em 2021 e de 4,36% nos últimos 12 meses

O levantamento, que acompanha o comportamento do preço médio de venda de imóveis residenciais em 50 cidades brasileiras, mostrou que a variação mensal do índice é inferior ao comportamento esperado do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para o mesmo mês (+0,68%). 

Se a variação se confirmar, o preço médio de venda de residencias encerrará maio com queda em termos reais (-0,19%). Individualmente, 15 das 16 capitais monitoradas apresentaram elevação no preço médio no mês. As principais foram Manaus (AM), com 2,18%, Vitória (ES), com 1,63% e Goiânia (GO), com alta de 1,40%.

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A única exceção entre as capitais foi Campo Grande (MS), onde houve queda de 0,21%. São Paulo registrou alta de 0,29% no preço médio e superou o avanço de imóveis residenciais no Rio de Janeiro (0,13%).

A variação anual de 1,59% é menor que a inflação acumulada de 3,06% no mesmo período, segundo o IPCA. Caso essa expectativa se confirme, a variação acumulada da pesquisa FipeZap e da inflação ao consumidor resultará em uma diminuição de 1,43% no preço médio de venda dos imóveis residenciais. 

A média de venda em imóveis foi de R$ 7.615/m² entre as 50 cidades monitoradas. Dentre as 16 capitais, o Rio apresentou o maior preço, R$ 9.530/m², seguida por São Paulo , com R$ 9.491/m² e Brasília (R$ 8.214/m²). As capitais mais baratas são Campo Grande, com R$ 4.368/m², Goiânia à R$ 4.656/m²) e João Pessoa  à R$ 4.678/m².

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Reforma administrativa traz risco real de aumento da corrupção, diz especialista

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A especialista em administração e burocracia estatal foi a entrevistada do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira (10)
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A especialista em administração e burocracia estatal foi a entrevistada do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira (10)

A professora de administração pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Alketa Peci, foi a entrevistada do  Brasil Econômico ao Vivo de quinta-feira (10). Ela disse haver risco real de mais  indicações de cargos após o fim da estabilidade dos servidores federais, como projetado pela reforma administrativa , o que pode aumentar a corrupção .

“O Brasil é um país paradoxal . Se por um lado, conseguimos consolidar um governo forte, profissional, com estabilidade, por outro lado, temos uma boa proporção de cargos politicamente indicados”.

Segundo ela, os países onde a administração pública performa melhor no âmbito econômico, e tem menores níveis de corrupção, são aqueles que a burocracia independe da política.

“O órgão independente funciona como peso e contrapeso ao poder político. Acaba pressionando os políticos a não abusarem, já que se baseiam em processos de escolha meritocráticos, e possuem corpo técnico qualificado.”

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Como exemplo, ela citou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). 

“Muito foi acusado pela mídia que a Anvisa havia sido capturada pelo governo Bolsonaro, ao indicar os cargos do Conselho diretor. Na prática, isso não aconteceu. A agência continua técnica, profissional, e a população confia, independente da vacina ser chinesa, indiana, ou que vira jacaré”, salientou a especialista.

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