ÁGUA BOA

Economia

Inflação dispara 0,83% e tem a maior alta em 25 anos no mês de maio

Publicado em

Economia


source
Em 12 meses, o IPCA registra alta de 8,06%
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Em 12 meses, o IPCA registra alta de 8,06%

A inflação acelerou em maio e subiu 0,83% em relação a abril, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (9). É a maior alta para o mês em 25 anos . O avanço é resultado, principalmente, do aumento na conta de luz , em razão do acionamento da bandeira vermelha, e da alta nos preços de combustíveis.

Em 12 meses, o IPCA registra alta de 8,06% e, com o resultado, permanece acima do teto da meta de inflação estabelecida para o ano. A meta de inflação do Banco Central para este ano é de 3,75%, podendo variar entre 2,25% e 5,25%.

Analistas ouvidos pela Reuters projetavam alta de 0,71% para o mês e 7,93% em 12 meses. Em abril, o IPCA avançou 0,31%.

Perspectivas

A expectativa dos analistas é que os preços administrados continuem a pressionar o bolso do consumidor nos próximos meses. Isso porque a crise hídrica, que tem levado à baixa no nível do reservatórios de hidrelétricas, fez a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acionar o segundo nível da bandeira vermelha.

Leia Também:  É possível comprar imóveis em leilão com pouco dinheiro, garante especialista

O patamar 2 entra em vigor em junho, com cobrança adicional de R$ 6,243 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Desde maio, a conta de luz já está mais cara devido ao patamar 1 da bandeira vermelha.

Você viu?

Assim, é esperado que a inflação avance em junho diante da mudança na tarifa de energia. Além disso, o choque ocasionado pelo preço elevado das commodities custa a se dissipar.

O resultado dessa alta dos preços sobre o IPCA é um avanço do indicador em 12 meses, o que aumenta a pressão sobre o Banco Central para subir a Selic, taxa de juros básica da economia.

Como o efeito de uma alteração na Selic leva de seis a nove meses para chegar à economia real, analistas avaliam que a inflação em 2021 ficará acima do teto da meta, mas ainda acreditam que a inflação voltará aos trilhos em 2022.

Leia Também:  Reforma administrativa tende a falhar no curto prazo, avalia especialista

Segundo último Boletim Focus divulgado na segunda-feira, a previsão de analistas do mercado para a inflação de 2021 subiu de 5,31% para 5,44%. Já a expectativa sobre a inflação de 2022 chegou a 3,70%. A meta de inflação do ano que vem está fixada em 3,5%.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Economia

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Publicados

em


source
Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia
Fernanda Capelli

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Em meio a um cenário mundial catastrófico, a crise gerada pelo novo Covid-19 foi inédita. A pandemia, que levou muitas vidas, mudou completamente a rotina mundial e pegou todos de surpresa.

Dessa forma, o planeta inteiro passou muito tempo tentando entender como passar pela situação. Até hoje, mais de um ano após a chegada da doença, ainda estamos vivendo muitas dificuldades.

Portanto, para o mercado financeiro não foi diferente. Todas as bolsas de valores do mundo foram de alguma forma afetadas, ao ponto de investidores e analistas do mercado nomearem o período de “banho de sangue”.

Entretanto, mesmo com tantos desafios, houve quem ultrapassasse a tempestade sem muitos problemas , assim como, aproveitando certas oportunidades com as circunstâncias de crise mundial.

Portanto, veja as 10 ações que se beneficiaram com a pandemia e descubra como elas conseguiram se levantar, enquanto o mundo todo caía.

1. Weg (WEGE3)

Com impressionantes 114,57% de valorização, a Weg é a primeira da lista em disparada. Esta é uma empresa multinacional brasileira, do setor de tecnologia.

Leia Também:  "Brasil está em coma e tem Bolsonaro como médico", diz a revista The Economist

Dessa forma, um dos motivos da valorização em meio a pandemia foi a alta do dólar, uma vez que a companhia recebe os lucros através da moeda norte-americana.

2. Magalu (MGLU3)

A empresa que dispensa comentários está em segundo lugar da nossa lista, com 96,03% de valorização sobre seus ativos. Todavia, com a pandemia, o Magalu saiu na frente devido ao seu domínio em relação a tecnologia, assim como em logística, o que foi um diferencial em se tratando de e-commerce.

O Magazine Luiza se tornou uma empresa de plataforma digital de varejo, formada por um ecossistema digital multicanal que contribui para que milhares de outros negócios ingressem no universo das transações virtuais.

3. Vale (VALE3)

A Vale, maior empresa brasileira exportadora de minérios, aumentou em 61,64% o valor de suas ações em meio a crise pandêmica mundial. Isso se deu devido ao preço do minério de ferro, que permaneceu estável em 2020.

Leia Também:  Instituto Êxito oferece cursos de empreendedorismo em Pimenta Bueno (RO)

4. Marfrig (MRFG3)

É uma das maiores companhias de alimentos do mundo exportando proteína animal. Dessa forma, a empresa recebe em dólar. Desta forma, a Marfrig teve uma valorização de 47,12% ao ano durante a pandemia.

5. Klabin (KLBN4)

A Klabin é uma empresa produtora e exportadora de papel, celulose e insumos hospitalares. Durante a crise, suas ações chegaram a 45,96% de valorização, devido a alta demanda desses insumos, assim como o aumento no consumo de papel.

Confira a reportagem completa aqui

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

AGUA BOA

VALE DO ARAGUAIA

MATO GROSSO

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA