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IPO da Smart Fit enfrenta processo da Comissão de Valores; entenda

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IPO da Smart Fit (SMFT3) enfrenta processo da Comissão de Valores
Fernanda Capelli

IPO da Smart Fit (SMFT3) enfrenta processo da Comissão de Valores

O IPO da Smart Fit (SMFT3) chega à Bolsa de Valores brasileira (B3) ainda este mês. A expectativa é que ele movimente R$ 2 bilhões dentro do mercado financeiro . Entretanto, a Comissão de Valores (CVM) recentemente abriu um processo para investigar a rede de academias.

O objetivo do processo é descobrir o motivo pelo qual a Smart Fit omitiu do mercado a disputa judicial que enfrenta contra os sócios.

Dessa forma, os acionistas minoritários afirmam que existem supostas irregularidades no caixa da empresa, assim como um suposto balanço inflado.

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Reivindicações

Os sócios minoritários da empresa requereram na justiça o direito de participar da Oferta Pública Inicial (IPO), assim como, solicitaram o bloqueio de parte das ações. Portanto, eles pediram à CVM providências.

Para saber tudo sobre o assunto, leia a  matéria completa em 1Bilhão Educação Financeira .

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Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões

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Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões
Sophia Bernardes

Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões


Esgotada em apenas meia hora, a oferta de 30 milhões de criptoativos Brazilian Football Team (BFT), lançados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no último dia 27, gerou uma arrecadação de 15 milhões de euros — cerca de R$ 90 milhões — para a entidade esportiva. A pré-venda ocorreu por meio da plataforma de negociação de criptomoedas Bitci.

Mais de 13 mil pessoas compraram a moeda digital da CBF ao preço de 0,50 euros cada. Há ainda mais 70 milhões de tokens para serem vendidos, em negociação pública prevista para ocorrer no dia 25 de agosto.

Os criptoativos também são chamados de fan tokens. Eles permitem que os torcedores tenham acesso a experiências e recompensas exclusivas, como participar de sorteios e eventos esportivos.

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“Tokens de torcedor, que vêm se tornando populares na indústria do esporte, são expressos como ativos que fornecem a oportunidade de aumentar o contato digital e presencial entre equipes e fãs, que passam a ter voz em certas decisões e se beneficiar de vantagens e mais proximidade com marcas e atletas. Os tokens de torcedor a serem desenvolvidos pela Bitci Technology para aumentarão a interação dos torcedores com a Seleção Brasileira e, paralelamente, proporcionarão uma oportunidade de amplificação da receita comercial”, explicou a CBF por meio de nota.

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No blockchain da Bitci também são negociados tokens de times como o Real Betis (Espanha), Rangers (Escócia), seleção do Uruguai, seleção da Espanha, MotoGP e a McLaren, da Fórmula 1.

O acordo da CBF com a empresa turca inclui as Seleções Brasileiras de Futebol Masculino e Feminino, além das Seleções Sub-20, Sub-17 e Sub-15. Durante a vigência do contrato, a Bitci Technology será a única parceira de negócios da blockchain da Seleção Brasileira de Futebol.

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