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JBS: após hackers pararem máquinas, trabalhadores cortam carne manualmente

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JBS se recupera após ataque hacker
Divulgação/JBS

JBS se recupera após ataque hacker

Depois de sofrer um ataque hacker que paralisou suas máquinas, a JBS orientou seus funcionários a trabalharem à moda antiga: manualmente. De acordo com a Bloomberg, o retorno das fábricas ao funcionamento depois de ter a produção interrompida pelos hackers deve ser concluído nesta quinta-feira (3).

No domingo, hackers invadiram os sistemas da empresa, forçando-a a interromper as atividades nos Estados Unidos . Por lá, todas as instalações de carne bovina foram paradas, o que representa um quarto do abastecimento do país. A produção de carne suína e de aves foi desacelerada. Além dos EUA, instalações da JBS na Austrália e no Canadá também foram afetadas.

Trabalhadores da empresa ouvidos pela Bloomberg contam que o retorno tem sido manual. “Há muita automação, há muita confiança na tecnologia”, disse à agência Wendell Young, chefe do sindicato local United Food and Commercial Workers, que representa 1.500 membros no matadouro da JBS em Souderton, Pensilvânia, EUA. “Você pode desconectar alguns desses fios e interruptores e operar as coisas no estilo da velha escola, mas antes de fazer isso quer ter certeza de que tudo está funcionando perfeitamente”.

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Em comunicado, o CEO da JBS nos EUA, Andre Nogueira, disse que a empresa continua “a fazer progressos significativos na restauração de nossos sistemas de TI e no retorno aos negócios normalmente”.

Nesses primeiros dias de retorno, trabalhadores relatam que ações logísticas, como de empacotamento e contabilidade do gado , tem sido bastante desafiadores sem a ajuda das máquinas . Segundo Young, é provavél que haja “mais alguns processos manuais do que o normal nos primeiros dias, até que eles tenham certeza de que tudo está funcionando corretamente”.

Além da falta de máquinas, funcionários da JBS ainda estão buscando a confirmação de que seus dados pessoais não foram vazados durante o ataque hacker . De acordo com a empresa, não há evidências de que informações de clientes, fornecedores ou trabalhadores tenham sido acessadas pelos cibercriminosos.

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia
Fernanda Capelli

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Em meio a um cenário mundial catastrófico, a crise gerada pelo novo Covid-19 foi inédita. A pandemia, que levou muitas vidas, mudou completamente a rotina mundial e pegou todos de surpresa.

Dessa forma, o planeta inteiro passou muito tempo tentando entender como passar pela situação. Até hoje, mais de um ano após a chegada da doença, ainda estamos vivendo muitas dificuldades.

Portanto, para o mercado financeiro não foi diferente. Todas as bolsas de valores do mundo foram de alguma forma afetadas, ao ponto de investidores e analistas do mercado nomearem o período de “banho de sangue”.

Entretanto, mesmo com tantos desafios, houve quem ultrapassasse a tempestade sem muitos problemas , assim como, aproveitando certas oportunidades com as circunstâncias de crise mundial.

Portanto, veja as 10 ações que se beneficiaram com a pandemia e descubra como elas conseguiram se levantar, enquanto o mundo todo caía.

1. Weg (WEGE3)

Com impressionantes 114,57% de valorização, a Weg é a primeira da lista em disparada. Esta é uma empresa multinacional brasileira, do setor de tecnologia.

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Dessa forma, um dos motivos da valorização em meio a pandemia foi a alta do dólar, uma vez que a companhia recebe os lucros através da moeda norte-americana.

2. Magalu (MGLU3)

A empresa que dispensa comentários está em segundo lugar da nossa lista, com 96,03% de valorização sobre seus ativos. Todavia, com a pandemia, o Magalu saiu na frente devido ao seu domínio em relação a tecnologia, assim como em logística, o que foi um diferencial em se tratando de e-commerce.

O Magazine Luiza se tornou uma empresa de plataforma digital de varejo, formada por um ecossistema digital multicanal que contribui para que milhares de outros negócios ingressem no universo das transações virtuais.

3. Vale (VALE3)

A Vale, maior empresa brasileira exportadora de minérios, aumentou em 61,64% o valor de suas ações em meio a crise pandêmica mundial. Isso se deu devido ao preço do minério de ferro, que permaneceu estável em 2020.

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4. Marfrig (MRFG3)

É uma das maiores companhias de alimentos do mundo exportando proteína animal. Dessa forma, a empresa recebe em dólar. Desta forma, a Marfrig teve uma valorização de 47,12% ao ano durante a pandemia.

5. Klabin (KLBN4)

A Klabin é uma empresa produtora e exportadora de papel, celulose e insumos hospitalares. Durante a crise, suas ações chegaram a 45,96% de valorização, devido a alta demanda desses insumos, assim como o aumento no consumo de papel.

Confira a reportagem completa aqui

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