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Mais de 7 milhões de aposentados ainda não entregaram prova de vida do INSS

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INSS aguarda mais de 7 milhões de aposentados e pensionistas entregarem prova de vida
Reprodução: ACidade ON

INSS aguarda mais de 7 milhões de aposentados e pensionistas entregarem prova de vida

Mais de 7 milhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ainda não apresentaram os documentos atualizados para a Prova de Vida, segundo dados da Previdência Social. Os beneficiários que não realizarem a atualização das informações poderão ter o benefício suspenso temporariamente. 

Nesta fase, o INSS está recebendo documentos para nascidos nos meses de setembro e outubro que não realizaram a prova de vida em 2020. Devido à pandemia, a Previdência Social suspendeu a obrigatoriedade para entrega das informações no último ano. 

A prova de vida pode ser feita em agências do INSS ou pelo aplicativo Meu INSS. Os beneficiários também poderão realizar a atualização dos documentos em agências bancárias 

O que você precisa ter em mãos para a prova de vida?

  1. Documento de identificação com foto, como o RG ou a CNH; e
  2. Cartão utilizado para sacar os pagamentos.

Confira o calendário

Vencimento da prova de vida:    Retomada da rotina:

  • mai e jun/2020                                                                              julho/2021
  • jul e ago/2020                                                                               agosto/2021
  • set e out/2020                                                                               setembro/2021
  • nov e dez/2020                                                                              outubro/2021
  • jan e fev/2021                                                                                novembro/2021
  • mar e abr/2021                                                                              dezembro 2021
  • mai e jun/2021                                                                               janeiro 2022
  • jul e ago/2021                                                                                fevereiro 2022
  • set e out/2021                                                                                março 2022
  • nov e dez/2021                                                                               abril 2022
  • jan e fev/ 2022                                                                               maio 2022
  • mar e abr/2022                                                                               junho 2022
  • mai e jun/2022                                                                               julho 2022 
  • julho/2022                                                                                     agosto 2022.
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Banco Central revisa expectativa de inflação para 2022 e ultrapassa a meta

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Banco Central projeta inflação acima da meta para 2022
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Banco Central projeta inflação acima da meta para 2022

Ao decidir por subir a taxa básica de juros, a Selic, para 6,25%, na última semana, o Banco Central (BC) passou a projetar uma inflação em 3,7% em 2022, acima da meta de 3,5% para o ano. A avaliação consta na ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira.

Essa projeção é uma mudança em relação à reunião realizada em agosto, quando o Copom decidiu por subir os juros para 5,25%. Naquele época, o cenário básico do BC apontava para projeções de inflação “alinhadas” às metas de 2022, 3,5% e 2023, 3,25%.

No documento divulgado nesta terça, a inflação de 3,7% no próximo ano e de 3,2% em 2023, quando a meta será de 3,25%, constam no cenário básico do Copom.

“De acordo com o cenário básico, que utiliza a trajetória para a taxa de juros extraída da pesquisa Focus, o câmbio seguindo a paridade do poder de compra e os preços de commodities em dólares estáveis em termos reais, as projeções de inflação estão ligeiramente acima da meta para 2022 e ao redor da meta para 2023”, aponta o documento.

Esse movimento é parecido com o do mercado, que vem revisando suas expectativas de inflação para este ano e para 2022, embora não tenha alterado sua projeção para 2023. Segundo o relatório Focus, o IPCA deve ficar em 4,12% em 2022 e 3,25% em 2023.

De acordo com a ata, os riscos fiscais estão “implicando” em um viés de alta nas projeções e esse peso tem justificado uma alta maior dos juros para controlar a inflação. O documento aponta que esse patamar seria inclusive acima do usado no cenário básico, em que a Selic ficaria em 8,25% em 2021 e 8,5% em 2022.

Com isso, levando em conta o estágio do ciclo de altas nos juros e as simulações, o BC considera que o atual ritmo de ajuste, de 1 ponto percentual (p.p) a cada reunião é adequado e um aumento da magnitude do ciclo é a “estratégia mais apropriada” para atingir as metas de inflação.

Atividade

Apesar das recentes altas nas projeções de inflação e revisões para baixo na expectativa de crescimento, o Banco Central ainda vê um “crescimento robusto” no segundo semestre deste ano. Segundo o Focus, o PIB deve crescer 5,04% em 2021

“ Ao resultado do PIB do segundo trimestre ligeiramente melhor que o esperado, seguiram-se divulgações de alta frequência marginalmente mais negativas, ainda que evoluindo favoravelmente. Parte dessas revisões decorre de uma antecipação do crescimento esperado para alguns dos setores mais atingidos pela pandemia; outra parte deriva da menor produção industrial decorrente da manutenção de dificuldades nas cadeias de suprimentos”

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E seguiu:

“O Comitê manteve a visão de uma retomada robusta da atividade no segundo semestre, na medida em que os efeitos da vacinação sejam sentidos de forma mais abrangente”, diz o documento.

A ata ainda aponta que o crescimento econômico em 2022 será beneficiado por três fatores: recuperação do mercado de trabalho e setor de serviços, desempenho do setor agropecuário e da indústria extrativa e “resquícios” do processo de normalização da economia.

Sobre emprego, o Copom avaliou que o mercado de trabalho segue em recuperação, mas a diferença entre os números da PNAD Contínua, pesquisa sobre desemprego feita pelo IBGE e do Novo Caged, divulgação do Ministério da Economia, dificulta a avaliação.

“ O recuo da taxa de desocupação com crescimento da força de trabalho e da população ocupada indica que o mercado de trabalho segue em recuperação. Todavia, os níveis das duas últimas variáveis ainda consideravelmente abaixo dos observados antes da pandemia sugerem hiato remanescente no mercado de trabalho”, apontou.

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