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Mercado de maconha medicinal promete gerar R$ 9,5 bi por ano até 2025

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Luciano Rocha

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O Projeto de Lei (PL) 399/15, que regulamenta o plantio de maconha  para fins medicinais e a comercialização de medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da planta , foi aprovado ontem (8) na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisou o tema.

Esse mercado que já é sucesso fora do Brasil, promete movimentar R$ 9,5 bilhões até o final de 2025, diz a startup Kaya Mind, ouvida pelo Estadão. Segundo a CEO da companhia, Maria Eugênia Riscala, após o marco legal, existe um tempo de maturação das empresas que atuam no segmento. 

Só em 2020, a venda legal de cannabis no mercado mundial atingiu R$ 122 bilhões , um aumento de 48% na comparação com 2019, segundo a consultoria especializada BDSA. A estimativa é que a taxa média de crescimento para o setor é de 17% ao ano, o que levaria o faturamento para R$ 321,7 bilhões em cinco anos. 

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“Os mercados médicos e de uso adulto lançados em 2019 e 2020 contribuíram com US $ 1,6 bilhão em gastos em 2020: US$ 422 milhões em médicos e quase US $ 1,2 bilhão em adultos. Cinco novos mercados dos EUA legalizaram a cannabis medicinal ou para uso adulto durante as eleições de 2020: Arizona, Mississippi, New Jersey, Montana e South Dakota”, diz nota da BDSA.

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Reforma administrativa traz risco real de aumento da corrupção, diz especialista

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A especialista em administração e burocracia estatal foi a entrevistada do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira (10)
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A especialista em administração e burocracia estatal foi a entrevistada do Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira (10)

A professora de administração pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Alketa Peci, foi a entrevistada do  Brasil Econômico ao Vivo de quinta-feira (10). Ela disse haver risco real de mais  indicações de cargos após o fim da estabilidade dos servidores federais, como projetado pela reforma administrativa , o que pode aumentar a corrupção .

“O Brasil é um país paradoxal . Se por um lado, conseguimos consolidar um governo forte, profissional, com estabilidade, por outro lado, temos uma boa proporção de cargos politicamente indicados”.

Segundo ela, os países onde a administração pública performa melhor no âmbito econômico, e tem menores níveis de corrupção, são aqueles que a burocracia independe da política.

“O órgão independente funciona como peso e contrapeso ao poder político. Acaba pressionando os políticos a não abusarem, já que se baseiam em processos de escolha meritocráticos, e possuem corpo técnico qualificado.”

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Como exemplo, ela citou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). 

“Muito foi acusado pela mídia que a Anvisa havia sido capturada pelo governo Bolsonaro, ao indicar os cargos do Conselho diretor. Na prática, isso não aconteceu. A agência continua técnica, profissional, e a população confia, independente da vacina ser chinesa, indiana, ou que vira jacaré”, salientou a especialista.

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