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Ministério da Economia abre 300 vagas temporárias

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Vagas na pasta são temporárias e edital deve ser publicado em seis meses
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Vagas na pasta são temporárias e edital deve ser publicado em seis meses

O Ministério da Economia vai contratar 300 profissionais em caráter temporário. Segundo a Portaria 10.351 — publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (27) —, eles vão trabalhar na centralização dos serviços de inativos e pensionistas da administração direta e das autarquias e fundações federais.

Além disso, os profissionais vão trabalhar nos processos de compensação entre os regimes de Previdência e nas atividades de natureza administrativa do Departamento de Centralização de Inativos, Pensionistas e Órgãos Extintos (Decipex), do Ministério da Economia.

O processo seletivo será simplificado. O prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições será de até seis meses.

Os valores das remunerações e os benefícios ainda não foram informados. Tampouco a carga horária de trabalho para cada função e o tempo de duração dos contratos. Já foi divulgada, no entanto, a distribuição das vagas de acordo com os cargos previstos:

  • Analista de negócio (nível superior) – 40 vagas
  • Analista técnico de demandas previdenciárias, judiciais e de controle (nível superior) – 145 vagas
  • Técnico em atividades previdenciárias e de apoio (nível médio) – 115 vagas
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Para segurança de Bolsonaro, GSI gastará R$ 146 mil em equipamento de mergulho

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Augusto Heleno
Reprodução: iG Minas Gerais

Augusto Heleno

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI), chefiado pelo general Augusto Heleno, aprovou a compra de equipamentos de mergulho que totalizam R$ 146 mil. Segundo informação do jornalista Guilherme Amado, os itens serão alocados no escritório do GSI no Rio de Janeiro e no Departamento de Segurança Presidencial.

Segundo os papéis, os produtos são complementares aos já existentes e atenderá todos os agentes pessoais de Bolsonaro. Além disso, estão inclusos gastos com cursos de mergulho para segurança do presidente.

Ainda segundo o colunista, é a primeira vez em cinco anos que gastos dessa natureza são destinados à segurança do chefe do Executivo federal. 

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