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OAB quer explicações sobre gastos públicos de Bolsonaro com o 7 de setembro

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OAB protocola requerimento de informações ao presidente Jair Bolsonaro sobre atos do 7 de setembro
O Antagonista

OAB protocola requerimento de informações ao presidente Jair Bolsonaro sobre atos do 7 de setembro

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) quer explicações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a quantidade de dinheiro público gasto com as manifestações do 7 de setembro . O documento foi protocolado na última quinta-feira (9) e é assinado pelo presidente da entidade, Felipe Santa Cruz.

No requerimento, a OAB pede informações sobre o número de atos presenciais ou virtuais realizados em comemoração ao Dia da Independência ou em apoio a Bolsonaro, que tiveram autorização ou apoio do governo. O texto também questiona quantos desses atos receberam dinheiro público do orçamento da Presidência, de onde vieram as verbas e qual processo de contratação/licitação foi utilizado para a aquisição de produtos e serviços.

“O último 7 de setembro não foi uma data cívica. Ele foi sequestrado pelo presidente da República. Nós assistimos, de certa forma perplexos, o presidente tratar uma data que é de todos nós como uma data pessoal, para os seus interesses políticos. Mais grave ainda, houve dispêndio de verba pública para a realização do 7 de setembro e para a divulgação nos meses que o antecederam”, afirmou Santa Cruz em nota.

A Ordem também afirmou que está encaminhando requerimentos semelhantes a outras autoridades que possam ter relação com os gastos públicos destinados aos atos. Os pedidos estão sendo feitos com base na Lei de Acesso à Informação (12.527/2011).

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Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

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Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

Leia Também:  O impacto dos movimentos nacional e global nos investimentos

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

Olho no ataguaia/IG ECONOMIA

 

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