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Pacheco quer tirar todo o “excesso” da reforma do Imposto de Renda

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O presidente do Senado Federal e o ministro da Economia, Paulo Guedes
Reprodução / Twitter @rpsenador

O presidente do Senado Federal e o ministro da Economia, Paulo Guedes

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que pretende retirar “todo o excesso ruim” da reforma do Imposto de Renda aprovada “na raça” pela Câmara dos Deputados. No Senado, o texto deve passar por um debate mais aprofundado, informa o portal Terra. 

Alertado pela consultoria de economia da Casa, a Instituição fiscal Independente (IFI), Pacheco teme que o texto gera perda de arrecadação acentuada para os cofres públicos. Um estudo preliminar realizado pela IFI aponta que a reforma pode representar um  rombo na arrecadação entre R$ 73,2 bilhões e R$ 53,2 bilhões até 2024 .

O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz) também prepara ofensiva para “amortecer” as perdas estimadas pelo texto da Câmara. O secretário de Fazenda de Pernambuco, Décio Padilha, disparou nesta segunda-feira mensagem aos colegas afirmando que “a luta agora será no Senado”.

Para reforçar a interlocução, Guedes nomeou o atual secretário da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação, Jorge Lima , para o cargo de assessor especial da pasta.


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Arábia Saudita retoma importações de carne bovina do Brasil

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Arábia Saudita acaba com embargo às importações de carne bovina brasileira
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Arábia Saudita acaba com embargo às importações de carne bovina brasileira

O governo da Arábia Saudita decidiu acabar com o embargo às importações de carne bovina brasileira na última quinta-feira (16). A informação foi divulgada pelo Saudi Food and Drug Authority (SFDA), a agência do governo saudita que regula alimentos e medicamentos no país, e confirmada pelo Ministério da Agricultura.

A Arábia Saudita havia suspendido as compras de carne bovina de cinco frigoríficos brasileiros após a notificação de casos atípicos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como a doença da vaca louca.

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“A liberação das exportações ocorreu 10 dias após a Arábia Saudita ter anunciado a suspensão das compras de cinco plantas frigoríficas de Minas Gerais, no último dia 6 de setembro. A motivação estava relacionada à ocorrência de um caso da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) no estado”, informou o Ministério da Agricultura em nota.

No último dia 4, a pasta havia confirmado a ocorrência da doença em dois animais de frigoríficos de Nova Canaã do Norte (MT) e de Belo Horizonte (MG). Tratavam-se de caso atípicos – quando a causa é uma mutação em um único animal, e não por meio da contaminação entre dois ou mais bovinos. Ainda assim, o governo brasileiro decidiu suspender, temporariamente, as exportações de carne bovina para a China, em respeito a um protocolo de segurança firmado entre os dois países.

Dois dias depois da confirmação dos casos, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) manteve o status do Brasil de país com “risco insignificante” para a vaca louca. Para o órgão, os animais foram atingidos de forma independente e isolada. 

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