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Paulo Valle aceita convite e assumirá secretaria do Tesouro Nacional

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Paulo Valle é servidor de carreiro do Tesouro Nacional e aceitou convite para secretaria no Ministério da Economia
Pedro França/Agência Senado

Paulo Valle é servidor de carreiro do Tesouro Nacional e aceitou convite para secretaria no Ministério da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, escolheu nesta sexta-feira o servidor de carreira da pasta Paulo Valle para assumir o cargo de secretário do Tesouro Nacional. Ele irá substituir Jeferson Bittencourt, que pediu demissão na véspera por discordar de mudanças no teto de gastos.

Valle será subordinado a Esteves Colnago, novo secretário especial de Tesouro e Orçamento da pasta, que entra no lugar de Bruno Funchal — que pediu demissão também por não concordar com mudanças na regra do teto encampadas pelo governo.

Paulo Valle é funcionário de carreira do Tesouro Nacional e passou por diversos cargos na secretaria. Até agora, cuidava da área de previdência complementar no ministério.

Na secretaria do tesouro, Valle foi um dos responsáveis pela criação do Tesouro Direto, que permite pessoas físicas investirem em títiulos públicos.

Atual subsecretário de Previdência Complementar no Ministério do Trabalho e Previdência, Valle é servidor de carreira do Tesouro, com especialização em Economia pela The George Washington University. Exerceu o cargo de presidente da Brasilprev de dezembro de 2015 a março de 2018, foi o subsecretário da Dívida Pública do Tesouro Nacional de 2006 a 2015. Também exerceu o cargo de coordenador-geral de Operações da Dívida Pública de 1999 a 2006.

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Banco Central lança desafio para melhorar o real digital

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Banco Central lança desafio para encontrar soluções para o real digital (imagem: Rodrigo Dia Tome/ Flickr)
Banco Central lança desafio para encontrar soluções para o real digital (imagem: Rodrigo Dia Tome/ Flickr)

O real digital ainda está distante de se tornar realidade, mas o Banco Central do Brasil (BCB) segue ativo com o projeto. Mais recentemente, a autarquia lançou um desafio para que empresas interessadas em melhorar a futura moeda digital brasileira possam contribuir com soluções DeFi (finanças descentralizadas).

O desafio foi lançado pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na última terça-feira (30), quando a instituição concluiu mais um webinar de uma série de eventos online sobre a CBDC (moeda digital do banco central) brasileira. Na ocasião, ele lembrou que o BC “vê potencial de incorporação de novas tecnologias”, como dinheiro programável e smart contracts ao nosso sistema de pagamentos do real digital.

“Essas tecnologias abrem espaço para novos modelos de negócios que podem atender a demanda da população por meios nativamente digitais de liquidação, tal como observado no ecossistema de criptoativos”, disse.

Assim, o BC convidou empresas ao desafio LIFT Challenge Real Digital, lançado logo após o fim do webinar e realizado em parceria com a Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac).

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“O LIFT Challenge Real Digital será configurado como um ambiente colaborativo virtual ao reunir um público maduro de instituições de pagamento, bancos, fintechs e empresas de tecnologia”, diz a página do projeto.

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Como funcionará o desafio?

Na prática, participantes interessados devem desenvolver um produto minimamente viável (MVP) que atenda ao foco dessa edição do desafio. Segundo o Banco Central, “cada solução será desenvolvida para beneficiar o Sistema Financeiro Nacional e para trazer benefícios e inovações à sociedade brasileira.”

O BC também destacou que há preferência por produtos de inovação dentro de quatro eixos principais:

  • Entrega contra Pagamento , pensado na liquidação de transações envolvendo ativos digitais;
  • Pagamento contra Pagamento , para o câmbio entre moedas;
  • Internet das coisas , voltada à liquidação algorítmica ou diretamente entre máquinas;
  • Finanças descentralizadas , ou DeFi, pensada para a definição de protocolos com liquidação baseada no real digital e tendo em vista os requisitos de conformidade e supervisão estabelecidos.
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As inscrições vão começar no dia 10 de janeiro de 2022 e se estenderão até o dia 11 de fevereiro. Então, os projetos serão selecionados e divulgados no início de março para dar início ao desenvolvimento no final do mesmo mês. O desafio será concluído com o fim da execução dos projetos no dia 29 de julho.

Com informações: Banco Central do Brasil

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