ÁGUA BOA

Economia

Pesquisa aponta que 76% dos brasileiros confiam no Pix

Publicado em

Economia


source
Sistema de pagamentos tem maior aceitação entre jovens de 18 a 22 anos
Isabella Siqueira

Sistema de pagamentos tem maior aceitação entre jovens de 18 a 22 anos

Uma pesquisa realizada em maio pela plataforma de busca e comparação de softwares Capterra revelou que  76% dos brasileiros têm alto grau de confiança no Pix , sistema de pagamento lançado pelo Banco Central (BC) em novembro do ano passado.

O índice de confiabilidade, no entanto, aumenta conforme a idade do consumidor diminui. Jovens entre 18 e 22 anos estão mais abertos à novidade: 85% afirmaram que usam e confiam no Pix. Quando se trata do grupo entre 56 a 65 anos, o percentual é reduzido a 71%.

O levantamento, feito com moradores de todas as regiões do país, mostrou que as pessoas já usam o novo sistema para transferir quantias de dinheiro superiores às que estão acostumadas a fazer por outros meios, como TED e DOC. Do total de respondentes, 68% declararam alta confiança para a transferência de valores maiores, 27% disseram ter confiança “média”, e 5%, “baixa” confiança.

Quanto à média de uso, 51% declararam usar o Pix de uma a quatro vezes por mês. Porém, o volume de transações pode aumentar, já que 84% dos entrevistados disseram estar dispostos a usar o sistema — tanto para compras online, quanto para as em lojas físicas —, caso descobrissem que o estabelecimento aceita pagamentos por esse meio.

“É interessante que o varejo (on-line e físico) amplie sua oferta de sistemas de pagamentos para suprir as demandas que surgem com o lançamento de novos métodos”, conclui Marcela Gava, analista responsável pelo estudo.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Economia

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Publicados

em


source
Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia
Fernanda Capelli

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Em meio a um cenário mundial catastrófico, a crise gerada pelo novo Covid-19 foi inédita. A pandemia, que levou muitas vidas, mudou completamente a rotina mundial e pegou todos de surpresa.

Dessa forma, o planeta inteiro passou muito tempo tentando entender como passar pela situação. Até hoje, mais de um ano após a chegada da doença, ainda estamos vivendo muitas dificuldades.

Portanto, para o mercado financeiro não foi diferente. Todas as bolsas de valores do mundo foram de alguma forma afetadas, ao ponto de investidores e analistas do mercado nomearem o período de “banho de sangue”.

Entretanto, mesmo com tantos desafios, houve quem ultrapassasse a tempestade sem muitos problemas , assim como, aproveitando certas oportunidades com as circunstâncias de crise mundial.

Portanto, veja as 10 ações que se beneficiaram com a pandemia e descubra como elas conseguiram se levantar, enquanto o mundo todo caía.

1. Weg (WEGE3)

Com impressionantes 114,57% de valorização, a Weg é a primeira da lista em disparada. Esta é uma empresa multinacional brasileira, do setor de tecnologia.

Leia Também:  Voto impresso pode ter custo de R$ 2 bilhões, diz Barroso

Dessa forma, um dos motivos da valorização em meio a pandemia foi a alta do dólar, uma vez que a companhia recebe os lucros através da moeda norte-americana.

2. Magalu (MGLU3)

A empresa que dispensa comentários está em segundo lugar da nossa lista, com 96,03% de valorização sobre seus ativos. Todavia, com a pandemia, o Magalu saiu na frente devido ao seu domínio em relação a tecnologia, assim como em logística, o que foi um diferencial em se tratando de e-commerce.

O Magazine Luiza se tornou uma empresa de plataforma digital de varejo, formada por um ecossistema digital multicanal que contribui para que milhares de outros negócios ingressem no universo das transações virtuais.

3. Vale (VALE3)

A Vale, maior empresa brasileira exportadora de minérios, aumentou em 61,64% o valor de suas ações em meio a crise pandêmica mundial. Isso se deu devido ao preço do minério de ferro, que permaneceu estável em 2020.

Leia Também:  Imóveis encarecem 1,59% em 2021, mas preços devem baixar no 2° semestre; entenda

4. Marfrig (MRFG3)

É uma das maiores companhias de alimentos do mundo exportando proteína animal. Dessa forma, a empresa recebe em dólar. Desta forma, a Marfrig teve uma valorização de 47,12% ao ano durante a pandemia.

5. Klabin (KLBN4)

A Klabin é uma empresa produtora e exportadora de papel, celulose e insumos hospitalares. Durante a crise, suas ações chegaram a 45,96% de valorização, devido a alta demanda desses insumos, assim como o aumento no consumo de papel.

Confira a reportagem completa aqui

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

AGUA BOA

VALE DO ARAGUAIA

MATO GROSSO

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA