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PIX pode ter cartão físico para transações, diz BC

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Segundo o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o 'cartão Pix' funcionaria como um cartão de ônibus
Reprodução: ACidade ON

Segundo o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o ‘cartão Pix’ funcionaria como um cartão de ônibus

Atualmente, quem quiser fazer um pagamento pelo Pix, precisa estar conectado à internet, mas o Banco Central (BC) está estudando o uso de um cartão físico para permitir o uso do Pix offline, segundo o presidente da instituição, Roberto Campos Neto.

Em um evento nesta quarta-feira, Campos Neto explicou que acredita que a forma mais segura de permitir o pagamento via Pix offline é por aproximação com o uso do cartão.

“Basicamente em algum momento vai ter um cartão Pix. Você vai aproximar do seu celular, você vai transferir dinheiro online pro offline no cartão. Vai funcionar como um cartão de ônibus, uma tecnologia super segura. Você vai poder usar o cartão no mundo offline, quando você voltar no mundo online, vai poder transferir seu saldo de volta”, explicou o presidente, sem dar mais detalhes.

Segundo a agenda evolutiva apresentada anteriormente por diretores do BC, o pagamento offline deve ser lançado no quarto trimestre deste ano. Antes disso, devem entrar em vigor o Pix Saque e Pix Troco, que teve a consulta pública finalizada no início deste mês deve ser lançado no terceiro trimestre.

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TRF registra 13 mil acordos de contestações do auxílio; veja como recorrer

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Mais de 13 mil acordos foram realizados entre União e trabalhadores
Reprodução: iG Minas Gerais

Mais de 13 mil acordos foram realizados entre União e trabalhadores

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) registrou 13 mil acordos entre em ações de conciliação entre a União e trabalhadores que tiveram negado o pedido de auxílio emergencial. O benefício e oferecido pelo governo federal a trabalhadores informais, autônomos, desempregados e a microempreendedores individuais afetados pela pandemia da Covid-19. Há um ano, o mutirão iniciou a atuação no Rio de Janeiro e Espírito Santo para orientar pessoas que tiveram o pedido de auxílio negado pelo governo e procuraram a Justiça.

O número representa 69% do total de processos e reclamações em fase pré-processual, que chegam a quase 18 mil. Os pedidos dos cidadãos foram apresentadas diretamente nos serviços de primeiro atendimento dos Juizados Especiais Federais dos dois estados. Muitos trabalhadores recorrem à Justiça após tentar contestar a recusa de pagamento através de orgãos do governo responsáveis pelo programa, como o Ministério da Cidadania e o Dataprev.

No total, o acervo soma, atualmente, pouco mais de 24 mil processos e reclamações pré-processuais referentes ao auxílio emergencial. Desse número, mais 6 mil reclamações tramitam pelo sistema de Conciliação 100% Digital do TRF2, criado para agilizar a realização de acordos em processos em grau de recurso na segunda instância, e em demandas incluídas no programa de conciliação.

Inicialmente, o mutirão do auxílio emergencial iniciado em julho de 2020 deveria durar duas semanas. No entanto, a grande procura pelo serviço e os resultados obtidos pela conciliação motivaram sucessivas prorrogações de prazo.

Para registrar uma reclamação pré-processual, o interessado não precisa de advogado. Basta preencher o formulário digital disponível nos serviços de primeiro atendimentos do Juizado Especial do Rio de Janeiro ou do  Espírito Santo.

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