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Prazos do INSS estão cada vez maiores mesmo pelo aplicativo; confira

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O prazo para os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que tiverem dado entrada em qualquer requerimento no órgão, como aposentadoria, pensão por morte ou Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), por exemplo, e caírem em exigência , quando falta alguma documentação ou dado na papelada apresentada pelo segurado, terão 30 dias , prorrogáveis por mais 30, para apresentar o documento solicitado pelo órgão.

No entanto, os segurados somente podem pedir prorrogação do prazo de cumprimento de exigência uma vez, mas o servidor pode fazer um mesmo requerimento entrar em exigência quantas vezes forem necessárias.

“Nós temos que cumprir prazos, e são sempre curtos. Mas o INSS, não “, lamenta a produtora Luciana Santos, de 59 anos, moradora do Leblon, na Zona Sul.

Ela conta que foi diagnosticada com um linfoma e ficou dois anos em auxílio-doença, que foi suspenso em fevereiro de 2020.

“Tenho um linfoma e estou em tratamento quimioterápico oral por tempo indeterminado. A médica que fez a perícia no ano passado negou a continuidade do auxílio, mas eu continuo me tratando. O medicamento tem efeitos colaterais como gastrite, mal-estar e secura extrema das mucosas. Além disso, baixa a imunidade”, diz Luciana, que entrou com recurso no INSS para contestar a decisão pericial que suspendeu o pagamento.

Para a advogada Silvia Correia, as exigências reiteradamente solicitadas pelo instituto nada mais são que a postergação do andamento do processo. Ela explica que para o segurado não ser prejudicado com tamanha demora o ideal é que se faça prints das telas do aplicativo Meu INSS para comprovar que o período ultrapassou o máximo permitido.

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Nesta quinta-feira (dia 10), já estão valendo os prazos de 30 a 90 dias para concessão de benefícios.

“É importante ter a comprovação da demora para o caso de ter que pedir um mandado de segurança com liminar para garantir a implantação do benefício.”

Luciana enviou ao EXTRA prints de todo andamento de perícia, documentos e um ofício sobre o recurso. No documento, datado de 4 de dezembro de 2020, a 24ª Junta de Recursos declarou: “Conforme disposto no Manual para Instrução dos Processos de Recursos Ordinários – Diligências do Gabinete de Crise do CRPS, efetuada a instrução preliminar com todas as peças para análise do conselheiro relator”.

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“Um ano e cinco meses depois meu recurso não foi apreciado. Já liguei algumas vezes para o (telefone) 135, e não sabem me dar qualquer informação”, reclama a segurada.

Procurada, a Secretaria de Previdência enviou um e-mail onde informou que o processo está na fila para ser distribuído a um conselheiro. “Foi necessário juntar documentos da segurada ao processo, o que pode ter estendido o prazo”, finaliza a nota.

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Luciana contesta:

“Estavam há meses com meu processo e toda papelada.”

Déficit de servidores

Um servidor do INSS, que pediu para não ser identificado, explica que entre as razões para tanta demora está a situação, segundo ele, caótica, do instituto.

“Faltam servidores, o sistema não funciona, e as regras mudam constantemente. Tudo isso faz com que os requerimentos se acumulem demais.”

A carência de funcionários para atender às demandas é reconhecida pelo INSS: um pedido de abertura de concurso público para o preenchimento de dez mil vagas em todo o país está nas mãos do presidente do órgão, Leonardo Rolim, que deve levar o assunto ao Ministério da Economia.

Segundo um levantamento feito pelo Sindicato dos Trabalhadores da Previdência Social (Sindsprev), no entanto, o déficit de servidores do INSS é calculado em 22 mil pessoas. Hoje, a instituto tem cerca 20.300 servidores em atividade.

“A estrutura operacional e a politica de bonificação foram criadas para que se chegasse a essa caótica situação. Não se perdendo de vista que há anos não tem concurso público e que não há noticia de que em breve terá, isso tudo acarreta no sucateamento do atendimento”, adverte o advogado Guilherme Portanova.

Clique  aqui para ver como checar o andamento do recurso.

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia
Fernanda Capelli

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Em meio a um cenário mundial catastrófico, a crise gerada pelo novo Covid-19 foi inédita. A pandemia, que levou muitas vidas, mudou completamente a rotina mundial e pegou todos de surpresa.

Dessa forma, o planeta inteiro passou muito tempo tentando entender como passar pela situação. Até hoje, mais de um ano após a chegada da doença, ainda estamos vivendo muitas dificuldades.

Portanto, para o mercado financeiro não foi diferente. Todas as bolsas de valores do mundo foram de alguma forma afetadas, ao ponto de investidores e analistas do mercado nomearem o período de “banho de sangue”.

Entretanto, mesmo com tantos desafios, houve quem ultrapassasse a tempestade sem muitos problemas , assim como, aproveitando certas oportunidades com as circunstâncias de crise mundial.

Portanto, veja as 10 ações que se beneficiaram com a pandemia e descubra como elas conseguiram se levantar, enquanto o mundo todo caía.

1. Weg (WEGE3)

Com impressionantes 114,57% de valorização, a Weg é a primeira da lista em disparada. Esta é uma empresa multinacional brasileira, do setor de tecnologia.

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Dessa forma, um dos motivos da valorização em meio a pandemia foi a alta do dólar, uma vez que a companhia recebe os lucros através da moeda norte-americana.

2. Magalu (MGLU3)

A empresa que dispensa comentários está em segundo lugar da nossa lista, com 96,03% de valorização sobre seus ativos. Todavia, com a pandemia, o Magalu saiu na frente devido ao seu domínio em relação a tecnologia, assim como em logística, o que foi um diferencial em se tratando de e-commerce.

O Magazine Luiza se tornou uma empresa de plataforma digital de varejo, formada por um ecossistema digital multicanal que contribui para que milhares de outros negócios ingressem no universo das transações virtuais.

3. Vale (VALE3)

A Vale, maior empresa brasileira exportadora de minérios, aumentou em 61,64% o valor de suas ações em meio a crise pandêmica mundial. Isso se deu devido ao preço do minério de ferro, que permaneceu estável em 2020.

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4. Marfrig (MRFG3)

É uma das maiores companhias de alimentos do mundo exportando proteína animal. Dessa forma, a empresa recebe em dólar. Desta forma, a Marfrig teve uma valorização de 47,12% ao ano durante a pandemia.

5. Klabin (KLBN4)

A Klabin é uma empresa produtora e exportadora de papel, celulose e insumos hospitalares. Durante a crise, suas ações chegaram a 45,96% de valorização, devido a alta demanda desses insumos, assim como o aumento no consumo de papel.

Confira a reportagem completa aqui

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