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‘R$ 140 mil de aluguel para motoboy sentar aqui?’, diz empresário; veja vídeo

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Discussão foi gravada por outro entregador que presenciou confusão
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Discussão foi gravada por outro entregador que presenciou confusão

Uma discussão entre empresário e entregador gerou polêmica no Distrito Federal neste fim de semana. Em vídeo, que circula nas redes sociais, o dono de um restaurante questiona o motivo do motoboy estar sentado em uma determinada área do shopping para carregar o celular

“Pago R$ 140 mil de aluguel para o motoboy sentar aqui?”, disse o empresário ao entregador. 

Ao G1 , o motociclista Everton Santos Silva disse que a discussão começou após o dono do restaurante cobra-lo para tratar melhor seus funcionários. O entregador rebateu ao dizer que havia reclamado da demora na preparação dos pedidos e que isso prejudica as entregas. A partir desse ponto, a discussão tomou proporções maiores. 

A gravação foi feita por outro motoboy que aguardava o pedido na área destinada para entregadores de aplicativos. O empresário entrega a comida para uma funcionária e começa a discutir com o entregador. Em um dos momentos, o homem afirma que o entregador não tem autorização para entrar no restaurante .

“Na minha loja, você não pisa mais, não”, diz o empresário.

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É possível ver que Silva ignora as falas do dono do restaurante, que dá as costas na sequência. 

Veja o vídeo completo 

Em nota, o restaurante Abbraccio confirmou que o empresário é sócio da rede de restaurantes e informou o afastamento dele das funções administrativas. A rede repudiou a ação e disse apurar o caso. 

O ParkShopping também emitiu nota repudiando o ato do empresário e ressaltou que área onde foi registrada a discussão é destinada para entregadores. 

“Respeitamos todos os públicos e prezamos pela boa convivência e relacionamento cordial entre lojistas, colaboradores, prestadores de serviço, clientes e todos que circulam e trabalham no shopping”, afirmou em comunicado. 

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A Polícia Civil informou que não foi registrado boletim de ocorrência sobre o caso. Em nota, a instituição ressaltou a importância do registro para investigação mais apurada de possíveis crimes, como racismo, homofobia ou qualquer tipo de preconceito. 

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Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões

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Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões
Sophia Bernardes

Criptomoeda da CBF esgota em 30 minutos e gera arrecadação de R$ 90 milhões


Esgotada em apenas meia hora, a oferta de 30 milhões de criptoativos Brazilian Football Team (BFT), lançados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no último dia 27, gerou uma arrecadação de 15 milhões de euros — cerca de R$ 90 milhões — para a entidade esportiva. A pré-venda ocorreu por meio da plataforma de negociação de criptomoedas Bitci.

Mais de 13 mil pessoas compraram a moeda digital da CBF ao preço de 0,50 euros cada. Há ainda mais 70 milhões de tokens para serem vendidos, em negociação pública prevista para ocorrer no dia 25 de agosto.

Os criptoativos também são chamados de fan tokens. Eles permitem que os torcedores tenham acesso a experiências e recompensas exclusivas, como participar de sorteios e eventos esportivos.

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“Tokens de torcedor, que vêm se tornando populares na indústria do esporte, são expressos como ativos que fornecem a oportunidade de aumentar o contato digital e presencial entre equipes e fãs, que passam a ter voz em certas decisões e se beneficiar de vantagens e mais proximidade com marcas e atletas. Os tokens de torcedor a serem desenvolvidos pela Bitci Technology para aumentarão a interação dos torcedores com a Seleção Brasileira e, paralelamente, proporcionarão uma oportunidade de amplificação da receita comercial”, explicou a CBF por meio de nota.

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No blockchain da Bitci também são negociados tokens de times como o Real Betis (Espanha), Rangers (Escócia), seleção do Uruguai, seleção da Espanha, MotoGP e a McLaren, da Fórmula 1.

O acordo da CBF com a empresa turca inclui as Seleções Brasileiras de Futebol Masculino e Feminino, além das Seleções Sub-20, Sub-17 e Sub-15. Durante a vigência do contrato, a Bitci Technology será a única parceira de negócios da blockchain da Seleção Brasileira de Futebol.

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